sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Audi testa A1 com tração integral


Modelo ainda não tem data para integrar a gama do compacto

A Audi já está em testes finais do compacto A1 quattro, sistema desenvolvido pela própria montadora com tração integral nas quatro rodas.

A marca divulgou as primeiras imagens da versão em testes na neve da cidade de Montreal, no Canadá. A tecnologia será semelhante à usada nos modelos A3 e TT, que já receberam a tração quattro.
 
Segundo informações da Audi, o A1 vai receber um comando hidráulico de embreagem no eixo traseiro controlado eletronicamente para distribuir o peso entre as rodas. Na maioria das vezes a força será distribuída para as rodas da frente. Caso o eixo dianteiro perca aderência, o torque é enviado automaticamente para a traseira, forçando as quatro rodas a trabalharem de forma conjunta e otimizada.

A Audi ainda não revelou qual motorização irá usar na nova versão nem quando ela chega à gama do compacto. Os testes fazem parte do programa “Fascinação quattro”, para celebrar o sistema desenvolvido pela Audi.

por Bruno Roberti (Revista Quatro Rodas)

Porsche encerra 2010 com recorde de vendas no Brasil

 

Durante o ano passado a marca comercializou 911 veículos no mercado nacional.

 

A Porsche encerrou 2010 com um balanço positivo no Brasil, já que a Stuttgart Sportcar (importadora oficial da marca para o país) vendeu 911 veículos ao longo do ano. O que representa um aumento de 65% em relação a 2009, quando foram vendidas 552 unidades. Esse desempenho mantém também a Stuttgart com o maior importador da Porsche na América Latina pelo segundo ano consecutivo. 

 

O Cayenne, com 476 veículos vendidos, manteve a condição de modelo mais vendido da marca no Brasil. O Panamera, lançado no final de 2009, encerrou o seu primeiro ano com a participação de 128 unidades no mercado. A linha 911 também está entre os mais vendidos com 129 carros. Completama linha Porsche o roadster Boxter, com 118 veículos vendidos, e o cupê de dois lugares Cayman com 61.

 

por www.automaistv.com.br

domingo, 9 de janeiro de 2011

Veja as peças que são mais trocadas no seu carro



Por mais que você seja um motorista cauteloso e atento, é difícil se manter distante de acidentes no trânsito. Uma hora ou outra você acaba batendo o pára-choque ou arranhando a lateral do carro e, inevitavelmente, precisa de uma oficina mecânica para reparar o seu veículo.

Pensando nesta movimentação nas oficinas mecânicas, o Centro de Experimentação e Segurança Viária, CESVI, fez um levantamento para descobrir quais são as peças que mais exigem substituição.

A pesquisa foi feita em conjunto com oficinas reparadoras e utilizando uma amostra de um milhão de veículos sinistrados. O resultado é uma lista com 35 itens. Prestando atenção, percebemos que a maioria dos itens são peças que compõem a parte frontal do automóvel. E não pense que isso é apenas uma coincidência.

Durante os seis meses que durou a pesquisa, o pára-choque dianteiro foi à peça mais substituída, chegando a mais de 300 mil unidades trocadas. E na parte de trás, o primeiro item que aparece na lista também é o pára-choque. Porém, no mesmo período, apenas 140 mil unidades como esta foram substituídas.

Estatísticas à parte, o que mais importa para o dono do carro é o quanto o conserto do automóvel vai custar. Por isso, o CESVI utiliza as 15 peças que estão no topo do ranking para calcular o “car group”, índice que compara veículos de uma mesma categoria quanto à facilidade e o custo de seu reparo.

O car group tem uma escala que vai de 10 a 60, e quanto menor o número do grupo, melhores as suas características de reparabilidade. Mas o grande ganho com esta iniciativa é o fato de que o consumidor ganha mais uma importante ferramenta no momento da compra de um carro, já que agora é possível conferir também o quanto um modelo pode gerar de gastos futuros caso precise de uma reparação.

Veja abaixo as 20 peças que mais substituídas:

1º) Para-choque dianteiro
2º) Capô
3º) Conjunto óptico dianteiro esquerdo
4º) Conjunto óptico dianteiro direito
5º) Para-choque traseiro
6º) Grade dianteira
7º) Logotipo dianteiro
8º) Emblema traseiro
9º) Travessa de reforço dianteiro
10º) Painel dianteiro completo
11º) Para-lama dianteiro esquerdo
12º) Para-lama dianteiro direito
13º) Radiador
14º) Suporte para-choque dianteiro esquerdo
15º) Suporte para-choque dianteiro direito
16º) Absorvedor de impacto dianteiro
17º) Emblema traseiro esquerdo
18º) Defletores do radiador
19º) Grade do para-choque
20º) Para-barro dianteiro esquerdo

por www.automaistv.com.br

Volvo do Brasil inicia 2011 com recall



A convocação atingiu 26 unidades do utilitário XC60, que apresentaram uma falha nos limitadores de deslocamento dos bancos dianteiros.

A Volvo Cars iniciou 2011 sendo a primeira marca a anunciar um recall no Brasil. Na ultima segunda-feira (3), a montadora sueca convocou 26 unidades do utilitário XC60, fabricadas ente 2009 e 2010, para realizar ajustes nos limitadores de deslocamento dos bancos dianteiros.

Segundo a Volvo, o problema foi motivado pela possibilidade de os assentos frontais se deslocarem além da posição máxima permitida. E, em casos extremos o a falha pode causar ferimentos no motorista e também no passageiro.

A montadora orienta que os proprietários dos veículos, com número de chassi no intervalo entre YV1DZ995692021301 e YV1DZ445BB2167764, que entrem em contato com uma concessionária autorizada para agendar uma inspeção que vai determinar a necessidade do ajuste do componente. Para o esclarecimento de dúvidas, a marca disponibilizou o número 0800 707 7590 e o site oficial da empresa www.volvocars.com.br.

por www.automaistv.com.br

sábado, 8 de janeiro de 2011

Limpeza com consciência e segurança


Utilizar, no lugar de combustíveis e solventes, modernos produtos químicos para a remoção de óleos ou graxas dos componentes do veículo deixa o reparador e o planeta fora de perigo

Todo mundo sabe que a reparação de um veículo exige uma boa limpeza das peças e componentes. A uma primeira vista, qualquer produto de limpeza pode parecer a solução ideal. No entanto, antes de encarar este tipo de serviço, o correto é estudar as especificações desses produtos, assim como, os métodos de aplicação existentes, para que a oficina assegure a completa saúde dos seus funcionários e preze pela preservação do meio ambiente, além de deixar o patrimônio do cliente mais protegido.

O primeiro passo é escolher produtos que não agridam a saúde, o meio ambiente e o veículo, além de oferecer baixo risco de acidentes (explosões e incêndios). Em geral, todos os solventes e combustíveis, derivados do petróleo (gasolina,querosene, tíner e óleo diesel), são tóxicos, agressivos, infamáveis e poluentes. "Além de poluir, estes produtos podem ser agressivos em relação à pintura, vernizes e retentores, pois incham elastômeros e ressecam borrachas. A indústria já oferece tecnologias próprias para essa finalidade, que a propósito evitam ferrugem e corrosão", explica Arley Barbosa da Silva, engenheiro de aplicação da Bardahl.
A empresa comercializa o desengraxante Maxlub Maxlimp, uma alternativa muito mais vantajosa e eficaz em relação aos solventes tradicionais e combustíveis. "Ele age diluindo a sujeira e facilita a remoção por meio de um pincel. Tem excelente poder de limpeza, ótima ação protetora, é inodoro e não irrita a pele", avalia o técnico. Porém, os restos do material não podem ser descartados no solo. "Devem ser entregues junto a um coletor autorizado", avisa.

Existem também aqueles que são solúveis em água, com formulação biodegradável, que podem ser lançados diretamente no esgoto sem que causem danos ecológicos. Este é o caso do Drax, desengraxante produzido pela Diversey do Brasil. De acordo com o Marketing e a Área Técnica da companhia, o grande diferencial do produto é que não contém fosfato na sua composição.

"Foi realizado um teste de biodegradabilidade de tensoativos aniônicos em uma amostra de Drax, utilizando a metodologia descrita pela Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, e verificou-se que 98,1% do produto se decompõe através de microorganismos." Segundo a fabricante, o produto tem ampla aplicação e pode ser usado em peças, motores, máquinas industriais e pisos.

Para o engenheiro Fernando Landulfo, docente do SENAI-Vila Leopoldina, esse tipo de produto, quando utilizado da forma adequada, além de ser ecologicamente correto, facilita o trabalho e não oferece riscos à saúde e à segurança do profissional. "Para utilizá-los deve-se seguir rigorosamente as recomendações do fabricante e jamais abrir mão da utilização dos EPIs (Equipamento de Proteção Individual), tais como luvas, máscaras, avental, botas e óculos de segurança. A aplicação com pulverizador e o enxágue com água quente e jato de alta vazão, facilitam muito o processo de limpeza. Mas o tempo de espera (reação química pós pulverização) antes do enxágue, deve ser respeitado. Nos produtos de alta qualidade, esse tempo é geralmente baixo. 

A uma primeira vista, o desengraxante biodegradável, pode parecer mais caro. No entanto, como é utilizado diluído, com o passar do tempo ele pode se mostrar bastante econômico. Além disso, apresenta vantagens que os produtos tradicionais não conseguem proporcionar: não inflamável, baixa ou nenhuma toxidade e baixo ou nenhum ataque a componentes de borracha e pinturas", complementa.

por Victor Marcondes (Revista O Mecânico)

Renault afasta executivos por caso de espionagem interna

Funcionários teriam roubado dados sigilosos

A Renault suspendeu três executivos suspeitos de terem fornecido informações sigilosas do programa de desenvolvimento de veículos elétricos. Segundo a agência de notícias Bloomberg News, um membro do comitê administrativo e dois gerentes foram afastados por recomendação da própria empresa.

“A Renault é a vítima desta história. A empresa está um pouco preocupada com o futuro de seu programa de veículos elétricos e espera que a liderança neste tipo de tecnologia não seja ameaçada por conta destes acontecimentos”, afirmou uma fonte ligada à empresa.

Assim como sua parceria estratégia Nissan, a Renault é uma das maiores defensoras dos veículos com propulsão elétrica. Atualmente, as duas empresas investem cerca de 4 bilhões de euros em seus programas de automóveis elétricos.

A marca francesa sonha em se tornar a primeira montadora a comercializar veículos movidos a eletricidade com preços mais acessíveis para os motoristas. A montadora projeta fabricar mais de 200 mil veículos deste tipo por ano a partir de 2015. Neste ano, a Renault vai lançar três carros elétricos na Europa: as versões “ecológicas” de Fluence e Kangoo e o subcompacto Twizy.

por Vitor Matsubara (Revista Quatro Rodas)

Fenabrave confirma ano recorde em 2010


Montadoras venderam mais de 3,3 milhões de automóveis e comerciais leves

Os emplacamentos nos segmentos de automóveis de passeio e comerciais leves registraram um aumento de 10,63% entre janeiro e dezembro de 2010, em relação ao mesmo período de 2009.

Segundo o último relatório divulgado pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) na última quarta-feira, 5 de janeiro, foram vendidos 3.329.170 unidades em 2010, contra 3.009.201 veículos emplacados em 2009. Destes, 2.651.752 unidades foram de automóveis de passeio e 677.418 veículos do segmento de comerciais leves. Já em dezembro, a Fenabrave registrou 361.197 unidades emplacadas, contra 277.915 emplacamentos do mesmo mês de 2009. 

Se considerarmos os números de caminhões, ônibus e motos, o volume chega a 5.444.387 veículos em 2010. O resultado é superior aos 4.842.736 emplacamentos registrados em 2009, ano que era tido como o melhor da indústria até então.

Entre as montadoras, a Fiat fechou o ano mais uma vez na liderança entre os automóveis de passeio, com 23,08%. A Volkswagen ficou em segundo lugar com 22,68%, seguida pela GM (21,18%) e Ford (10,00%). A Renault conquistou o quinto lugar (5,83%), à frente de Honda (4,06%), Peugeot (3,06%), Citroën (2,93%), Toyota (2,10%) e Hyundai (1,66%).

Nos comerciais leves, o primeiro lugar também ficou com a Fiat (21,90%). A General Motors aparece na vice-liderança (14,16%), empatada tecnicamente com a Volkswagen (14,15%). Ford (10,52%), Hyundai (9,15%) e Mitsubishi (6,57%) completam a lista das seis mais bem colocadas.

Gol termina na frente; Strada lidera entre comerciais leves

Entre os automóveis de passeio, o Volkswagen Gol fechou mais um ano no primeiro lugar. As 29.809 unidades comercializadas em dezembro totalizaram 293.783 unidades acumuladas ao longo de 2010. O Fiat Uno (e seu parente distante Mille) ficou em segundo lugar, com um total de 229.323 unidades emplacadas. O Chevrolet Celta conquistou a terceira posição, com 155.092 emplacamentos em 2010.

Não houve surpresas nos segmentos. O Hyundai i30 fechou o ano na liderança dos hatches médios, acabando com o reinado do Chevrolet Astra. Entre os sedãs médios, o Toyota Corolla sustentou a ponta, deixando seu arquirrival Honda Civic para trás. Nesta categoria, aliás, destaque para o Kia Cerato, que teve vendas superiores às do Fiat Linea no resultado acumulado (14.210 unidades do sul-coreano contra 12.082 do sedã produzido em Betim).

Entre os comerciais leves, a Fiat Strada confirmou a liderança, totalizando 116.794 unidades emplacadas em 2010. O resultado deixou a Strada com uma vantagem confortável no segmento de picapes pequenas, já que a VW Saveiro foi a segunda colocada com 62.200 unidades emplacadas.

por Vitor Matsubara (Revista Quatro Rodas)