sábado, 5 de fevereiro de 2011

Vendas da Renault sobem 15,6% em 2010



Empresa celebrou bons resultados no mundo

A Renault revelou que suas vendas no ano de 2010 tiveram uma alta de aproximadamente 15,6%. Os resultados se traduziram em um fluxo de caixa operacional de 1,67 bilhões de euros, excedendo a meta estipulada pela própria empresa, que era de 700 milhões de euros.

Ainda de acordo com a empresa, a margem operacional obtida no ano passado foi de 2,8%, um resultado considerado como satisfatório pelo CEO da Renault, Carlos Ghosn.

“A Renault pode afirmar que, graças aos recordes comerciais obtidos por conta do nosso crescimento mundial, o Grupo (Renault) superou de forma confortável os objetivos de fluxo de caixa e reduziu as dívidas financeiras para 1,4 bilhão de euros”, declarou.

por Vitor Matsubara (Revista Quatro Rodas)

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

É recomendável usar câmara para evitar microfuros nos pneus?

Atualmente, os pneus utilizados em mais de 90% dos carros de passeio foram projetados para funcionarem sem a câmara de ar. Por conta disso, não é recomendável solucionar um problema de microporos instalando uma câmara, explica Jan Telecki, do marketing da Pirelli.

“Colocar uma câmara de ar em um pneu feito para não utilizá-la pode provocar comportamentos inadequados, desde os mais simples, como desconforto na direção, puxada para o lado, até os mais graves, como uma explosão”, diz Telecki.

Os microporos podem aparecer tanto em pneus sem câmara como nos pneus com câmara. Eles são causados por diversos fatores, como frenagens bruscas, reação da borracha do pneu com óleo ou combustível presente no piso onde o carro está estacionado ou por falhas no transporte e fabricação. Um pneu com esse tipo de problema pode ser consertado, mas dependendo da área onde se encontram os microporos, a troca é recomendável por questão de segurança.

As fabricantes possuem serviço de verificação e assistência pós-venda, que podem encaminhar para a melhor resolução de problemas nos pneus do carro.

por Fernando Cymbaluk (Revista Auto Esporte)

Entenda como funciona o motor de seu carro



Você saberia dizer como é o motor do seu automóvel? A quantidade de peças pode assustar, assim que entendemos os princípios básicos, percebemos que pouca coisa mudou desde então.

O motor de um automóvel trabalha exatamente em quatro tempos. No primeiro, o pistão desce, admitindo ar e o combustível. Depois, ocorre a compressão, quando o pistão sobe para compactar os gases. Em seguida, uma faísca gerada pelas velas do motor gera uma explosão, que empurra o pistão para baixo e movimenta a árvore de manivelas.

Finalmente, o pistão expulsa os gases gerados pela combustão, completando o quarto tempo do processo. Mas vale lembrar que, no caso dos motores a diesel, não existe faísca e nem velas. O diesel é um combustível que entra em combustão quando ocorre o aumento da temperatura e da pressão no ambiente. Mesmo com estas diferenças, todo motor produz o movimento que é transferido para a caixa de câmbio do veículo.

Portanto não precisa se apavorar da próxima vez que você abrir o capô, pois a concepção de um motor pouco mudou, continuando simples e funcional.

por Auto+ (www.automaistv.com.br)

Para-brisa novo



Mesmo sendo um simples braço pantográfico com uma haste que prende uma borracha, o limpador de pára-brisa não é esquecido pelos apaixonados por carro que prezam pela melhor eficiência do veículo. 

Atualmente existem no mercado outras opções de limpadores diferentes daquelas oferecidas pelas montadoras. Porém, é sempre bom verificar se a peça é compatível ou não.

Responsável pela varredura de 85% do vidro, o pára-brisa faz parte do projeto do carro em que é considerado desde o ângulo do movimento até o esforço aplicado pelo motor elétrico. A escolha de outro tipo de limpador pode exigir adaptações e comprometer o funcionamento da peça. 

Portanto, antes de comprar o primeiro tipo de pára-brisa que encontrar pela frente verifique se ele serve para o seu carro.

por Auto+ (www.automaistv.com.br)

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Olhe o óleo!



Na hora de trocar o óleo do seu carro é muito fácil ficar confuso no meio de tanta variedade de produtos no mercado. E para evitar dores de cabeça com o seu veículo é bom seguir algumas dicas.

O óleo do motor pode ser de base mineral, semi-sintéica ou sintética, e esse detalhe é muito importante ao fazer a troca. Por isso, preste atenção no manual do veículo, que traz todas as informações sobre o tipo de óleo a ser usado e também a sua viscosidade. Motores mais antigos tendem a oferecer folgas nos pistões e um óleo mais viscoso ajuda a preencher as engrenagens. Os sintéticos têm um desempenho melhor neste caso, mas é bom procurar uma oficina especializada porque o óleo errado pode fazer o veículo perder a sua garantia e o motor não ser lubrificado corretamente.

Não se esqueça de verificar no manual de instruções o tipo de óleo a ser usado no motor do seu carro, além de observar o nível semanalmente e ficar atento no período de troca, que varia conforme o veículo e seu modo de usar.

por Auto+Tv (www.automaistv.com.br)

GM celebra 86 anos de Brasil

 Primeira fachada da GM do Brasil, no bairro do Ipiranga, em São Paulo (Foto: Feirão Carros & Cia)

Empresa é atual 3ª colocada em vendas no país

A General Motors completou na última quarta-feira, 26 de janeiro, 86 anos de atividades no Brasil.

A montadora norte-americana iniciou suas atividades no país em 26 de janeiro de 1925, como Companhia Geral de Motores S.A. A primeira sede social da empresa foi em um galpão na Avenida Presidente Wilson, no bairro do Ipiranga, em São Paulo (SP), sendo que a primeira linha de montagem começou a funcionar um mês depois. Naquela época, o capital inicial da montadora era de 270 mil dólares.

Em setembro de 1925, um furgão de entregas foi o primeiro carro produzido no país. Em 1928, a GM transferiu sua produção para a fábrica de São Caetano do Sul, cuja construção havia começado um ano atrás. No entanto, a inauguração da planta no ABC Paulista só ocorreria dois anos mais tarde.

A General Motors ainda inauguraria fábricas em São José dos Campos (1959) e Mogi das Cruzes (1999), ambas no interior paulista, além da moderna planta de Gravataí (RS), erguida para a fabricação do Celta, iniciada em 2000. A montadora também conta com uma pista de testes, localizada na cidade de Indaiatuba (SP).

Hoje, a Chevrolet – marca da GM no Brasil – ocupa o terceiro lugar em emplacamentos na indústria automotiva brasileira. Segundo o último relatório divulgado pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), a marca da gravata dourada possui 21,20% de participação entre os automóveis de passeio.

por Vitor Matsubara (Revista Quatro Rodas)

sábado, 22 de janeiro de 2011

Oficina inteligente



Muitos materiais podem ser reciclados em uma oficina mecânica, além de existirem formas simples que economizam dinheiro e reduzem consideravelmente o impacto causado no meio ambiente.

A coleta de óleo lubrificante usado é o exemplo mais conhecido. Ele é retirado dos carros e armazenado em barris ou em caixas d’água para que as empresas especializadas façam o refinamento do produto, retirando os compostos degradados. Para cada três litros de óleo usado que passa pelo refino  são aproveitados dois litros. 

Outra forma inteligente de economia é o uso de telhas transparentes que aproveitam mais a luz do dia e economizam o uso de energia elétrica. A captação da água da chuva também é uma opção para a lavagem de peças e veículos, sendo uma forma de aproveitar a água que precipita.

Pois aí temos um ponto importante. Mais do que reclamar da postura das oficinas, mude sua atitude e passe a privilegiar as empresas que já estão aplicando os processos de reciclagem. O resultado, tenha certeza, será positivo para todos nós.

por Auto+ (www.automaistv.com.br)