sábado, 12 de fevereiro de 2011

Cuide bem do seu ar-condicionado



Nos dias de calor, não há nada melhor que se refrescar em uma praia ou piscina. Porém, quando, nesses dias ensolarados nos encontramos parados naqueles engarrafamentos intermináveis, a pergunta que não quer calar é: cadê o ar-condicionado? Pois é... Se você, ao comprar o seu carro fez a opção por não ter esse simples e polêmico equipamento, saiba que ainda dá para voltar atrás. 

Hoje, existem diversas oficinas que realizam a instalação do ar-condicionado. Porém, ao contrário de outros acessórios, como o som ou o teto solar, ele é um pouco mais trabalhoso de instalar. Levando até uma semana para completar todas as etapas, a instalação do ar-condicionado passa por processos simples, mas que demandam cuidados e atenção do instalador. 

Acompanhe o passo a passo:  

1. A primeira etapa é a retirada completa do painel, para que seja feita a troca da caixa de ventilação por uma de evaporação.
 
2. Depois a instalação vai para a parte do motor, onde é retirado o radiador e, caso precise é feita à troca do alternador e da bateria.
 
3. Logo após o segundo processo são colocadas as mangueiras, filtros e condensador. E para quem não sabe, esta é a peça que interfere no consumo de combustível do carro.
 
4. Finalizando, a nova fiação é passada e é feita a montagem do painel e acabamentos. 

Depois de instalado, basta aproveitar os benefícios que o novo ar-condicionado oferece. Mas, como ele interfere no ar que chega até a cabine é sempre bom seguir as recomendações dos especialistas, inclusive quem já tem esse acessório instalado de fábrica. 

Dicas:
 
- Ligue frequentemente o ar-condicionado, mesmo em tempos de frio.
 
- Faça a higienização periodicamente, com intervalos de no máximo 6 meses.
 
- Além da limpeza periódica, sempre troque o filtro, também a cada 6 meses.

por Auto+ (www.automaistv.com.br)

Os veículos estão mais leves nos últimos tempos



O conceito de carros leves não é uma inovação do momento, até porque montadoras como Land Rover já haviam pensado no conceito de carros mais leves em 1948, com a aplicação de metal de menor peso em sua primeira geração do jipe Defender. Naquela época, surgiu a hipótese de lançar o modelo mais leve devido à escassez de aço no período da pós-guerra e a sobra contínua de alumínio, partindo para a exploração dos automóveis mais leves.

Atualmente, a luta contra a balança para os carros é equilibrada, pois com o surgimento de novas tecnologias no mercado, novos equipamentos agregam-se aos veículos, deixando-os com maior quantidade de peso. Alguns conceitos existentes no mercado já contam com alguns materiais mais leves, como o alumínio, magnésio, plásticos, fibras e resinas. O uso desses materiais também contribui para que haja uma redução no tamanho dos motores dos veículos e na emissão de poluentes na atmosfera.

Na Audi, por exemplo, a meta para redução do peso de seus veículos gira entre 5 a 10% a cada geração. A chapa de espessura existente na carroceria de alguns modelos recebeu alterações. Com as novas técnicas, os aços de alta resistência e maior peso são adotados apenas onde são realmente necessários, como é o caso das colunas da carroceria, que recebem um reforço maior para suportar pressões de até 12 t/cm².

Algumas montadoras já substituíram os vidros temperados por vidros laminados, que possuem menor espessura e segurança similar. Sua fabricação consiste na colocação de duas camadas de vidros separadas por um filme plástico, o que reduz em até 10% o peso total do veículo.

O modelo XC60 da Volvo possui cerca de 10 metros de solda a laser, prática que dispensa as chamadas “bainhas” (que fazem ligação de uma solda à outra, unindo os blocos) na chapa da carroceria do veículo e, elimina cerca de 8 kg de seu peso. O Volkswagen Polo já utiliza o mesmo conceito de chapa a laser.

Já a montadora Renault utiliza em suas versões das linhas Clio, Scénic e Mégane, para-lamas feitos de plástico Noryl, que pesam apenas 900 gramas, contra os 2,5 kg do material em aço.
 
De acordo com pesquisas realizadas dentro da montadora General Motors, a cada 10% na redução do peso do veículo, a economia em combustíveis pode chegar à mesma porcentagem.

A BMW substituiu o aço do teto da série 7 por alumínio reforçado, com peso médio de 7 kg, cerca de 50% mais leve do que o teto da geração anterior. Já o esportivo Honda NSX foi o primeiro carro a utilizar monobloco totalmente em alumínio. O conjunto, na soma das portas, do capô e da tampa do porta-malas, pesava apenas 210 kg, cerca de 40% a menos do que pesaria em aço.

A montadora japonesa também modificou as camadas de isolamento do assoalho no modelo Accord , com redução de 12,1 kg para 9 kg, substituindo uma grossa camada de uretano por materiais mais leves, que incluem até algodão. Propriamente dito, os bancos dos automóveis receberam um material mais leve, além do algodão e fibras, que compõe na fabricação, outro material que se adequa são as espumas de poliuretano. Presente na maioria dos assentos dos veículos, a espuma permite escala de produção exata dos bancos. As peças são mais duras e um pouco curvadas nas laterais, sinais de conforto e segurança ao motorista nas curvas.

A maioria dos modelos é fabricada com espuma injetada. Os bancos possuem estrutura tubular e recebem uma capa de tecido como revestimento final. O assento, que recebe grande parte do peso do usuário, possui densidade em torno de 55 kg/m3, enquanto a do encosto é, em média, de 45 kg/m3”, o que obtém uma espuma de maior conforto, resistência e estabilidade. As peças são produzidas de espuma flexível moldada de alta resiliência. Ou seja, se a espuma possui uma boa resiliência (memória do material), ao sofrer um esforço volta para a condição original.

por Auto+ (www.automaistv.com.br)

Saiba como cuidar do filtro de cabine



Os veículos que rodam nas cidades, como todo mundo sabe, liberam poluentes prejudiciais à nossa saúde. Então, o nosso melhor e mais rápido recurso é fechar o vidro do carro para tentar ter mais proteção e conseguir respirar um ar mais limpo. Mas saiba que para isso dependemos de uma peça fundamental: o filtro de cabine. Um item que quase nunca é lembrado pelo motorista na hora que vai fazer a manutenção do carro.

O filtro de cabine é a peça responsável por filtrar o ar que entra para o interior do carro, retendo as impurezas e o material particulado do ar externo. Equipamento presente na maioria dos modelos produzidos desde 1996, ele é feito de poliéster, um material que ajuda a evitar a proliferação de bactérias.

A instalação leva em torno de trinta minutos à uma hora, dependendo do modelo do carro. E durante a troca do filtro antigo pelo novo, fique atento na direção correta do fluxo de ar. Não se esqueça também da qualidade do produto, que deve estar devidamente embalado. É fazendo pequenas alterações como essa no seu carro, e sem gastar muito, que você consegue proteger sua saúde e a dos passageiros que o acompanham. Portanto, verifique as condições do filtro de cabine do seu carro, um jeito de garantir o ar que você respira, mas também de manter limpa a sua consciência.

por Auto+ (www.automaistv.com.br)

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Os riscos eminentes das folgas na direção



Se você não se sente seguro ao dirigir seu carro porque ele ficou instável nas curvas, talvez seja a hora de fazer o alinhamento da direção. E ao parar o carro na oficina mecânica, é comum encontramos outro tipo de problema nos componentes: as folgas. “Não é possível fazer o alinhamento da direção quando há folgas nos componentes da direção”, revela Vander Souza, instrutor técnico do SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial).

A verificação das folgas é feita manualmente. As mais comuns podem aparecer na barra de direção, nos terminais, nas buchas da bandeja de suspensão e no batente do amortecedor. E quando se trata de folga, não tem muito jeito: o recomendável é fazer a troca da peça. “Se o motorista persistir em não fazer o alinhamento e deixar de corrigir as folgas, ele correrá riscos de sofrer um acidente ao dirigir o veículo”, orienta Felício Félix, analista técnico do CESVI (Centro de Experimentação e Segurança Viária).

O alinhamento verifica os ângulos que garantem a posição correta das rodas para se ter o controle da direção do carro. Procure uma oficina a cada quarenta mil quilômetros rodados e ao dirigir, também fique atento às principais causas do desalinhamento.  “Pode ser em função de um leve impacto, pequenas colisões e também os buracos que pegamos no trânsito”, afirma o gerente da Dpaschoal, José Paulo.

Portanto, não deixe de lado os problemas que podem existir na dirigibilidade do seu carro. Desta forma, você estará cuidando não apenas dele, mas também da sua vida e a dos passageiros.

por Auto+ (www.automaistv.com.br)

Cuidados com a vela de ignição



O motor a combustão, seja a gasolina, etanol ou flex, precisa de um sistema elétrico indispensável para o seu funcionamento. E muitas vezes, neste sistema, a vela de ignição sofre alguns danos causados pelo seu desgaste natural ou por outros problemas que o veículo apresenta.

A vela de ignição é uma peça instalada no cabeçote do motor que recebe uma corrente elétrica de 35 a 45 mil volts que cria uma faísca e permite a explosão na câmara de combustão. A faísca, ou centelha, é feita com a ajuda de um eletrodo central e outro lateral, que se não funcionarem bem o veículo apresenta alguns sintomas.

“Uma vela ruim causa falha no motor e dificuldade na partida e em alguns casos o veículo pode até apagar de uma hora para outra. Quando isso acontece, está na hora da troca da vela”, explica o chefe de assistência técnica da Bosch, Mario Tommey.

Os problemas mais comuns na vela estão na carbonização da sua estrutura e no derretimento do eletrodo central. Isso acontece quando há excesso de combustível na câmara ou a entrada de óleo durante a queima. Mas é bom lembrar que toda vela tem sua vida útil. “Em uma situação de uso normal da vela o que ocorre é o desgaste dos eletrodos central e lateral e com o tempo ela vai ter dificuldade na geração da centelha”, afirma Vander Souza, instrutor do SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial).

O recomendável é verificar as condições da vela a cada 10 mil km e fazer a troca entre 20 e 30 mil km rodados. Mas fique atento na instalação quanto à calibração da vela, ou seja, a distância correta que os dois eletrodos precisam ter um do outro. Feito isso, você não terá surpresas ao dar a partida no seu carro.

por Auto+ (www.automaistv.com.br)

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Novo Celta chega a partir de R$ 26.115

 

A GM apresentou oficialmente os novos modelos 2012 do hatch Celta e do sedã Prisma.


A Chevrolet apresentou na última terça-feira (01/02) a nova versão 2012 dos seus modelos mais vendidos, o Celta e o Prisma. Para não mudar muito as características do veículo a montadora fez mudanças bem sutis no visual do hacth e do sedã.

As alterações estáticas se concentram na dianteira, a já conhecida grade foi reestilizada e deu lugar a outra dividida em dois, que se assemelha mais à nova identidade visual da marca. Outra mudança foi o símbolo da GM, que passou de cromado para dourado, tanto na frente, quanto na traseira. No caso do Prisma, a tampa do porta-malas recebeu um friso cromado que acompanha o desenho da lanterna.


Na parte de dentro, o volante apresenta um novo desenho com três raios. Já os controles de ventilação ficaram bem parecidos com os do Agile. Os revestimentos dos assentos e do painel da porta também mudaram, assim como a iluminação dos instrumentos, que ficou com uma tonalidade azulada.

As opções de motorização continuam as mesmas. O hatch é equipado com o 1.0 VHCE de 78 cavalos, quando alimentado com etanol. E, o Prima tem a opção do VHCS 1.0 e o 1.4 Econo.Flex de 97 cavalos de potência.

Em relação às versões de acabamento, as antigas Life e Spirit foram substituídas pelas nomenclaturas LS e LT, seguindo o padrão mundial da Chevrolet. A de entrada, LS, é oferecida com duas ou quatro portas, com conta-giros, alarme sonoro dos faróis ligados e para-choques pintados na cor da carroceria. Além disso tem como itens opcionais, ar condicionado, direção hidráulica e protetor de cárter.

Já a versão mais completa, a LT, agrega ao carro um porta-objetos acima do porta-luvas, travas elétricas, vidros elétricos somente nas portas dianteiras, ar quente e protetor de cárter. Para quem gosta do carro um pouco mais equipado a montadora disponibiliza de uma lista com 80 acessórios de personalização.

Preço:

Celta LS 2 portas - R$ 26.115
Celta LS 4 portas - R$ 27.833
Celta LT 4 portas - R$ 29.364
Prisma LS 1.0 - R$ 31.344
Prisma LT 1.4 - R$ 32.150

por  Auto+ (www.automaistv.com.br)

MINI lança nova linha de motores diesel



Propulsores aliam potência com economia de combustível

A MINI anunciou o lançamento da linha SD para todos os modelos vendidos pela marca. Equipado com um motor 2.0 de quatro cilindros movido a diesel, a novidade entrega 143 cv e um torque máximo de 31,1 mkgf.

O desempenho, marca registrada de todos os motores oferecidos pela MINI, continua sendo um dos destaques na linha SD. Segundo os números fornecidos pela marca, o Cooper SD acelera de 0 a 100 km/h em 8,1 segundos e atinge a velocidade máxima de 215 km/h.

No caso do Clubman SD, o carro leva 8,6 segundos para atingir os 100 km/h, chegando ao limite de 210 km/h. O SD conversível é um pouco mais lento no 0 a 100 (8,7 segundos), mas vai até os 215 km/h. O último membro da família SD é o recém-chegado Countryman, que acelera de 0 a 100 km/h em 9,3 segundos (9,4 segundos na versão ALL4) e chega aos 198 km/h (195 km/h na ALL4).

Em todas as versões, a linha SD é equipada com uma transmissão manual de seis velocidades, podendo contar com a caixa automática de seis velocidades, vendida como item opcional.

por Vitor Matsubara (Revista Quatro Rodas)