quinta-feira, 21 de abril de 2011

Valeo amplia atuação no mercado de reposição de veículos pesados


A Valeo está investindo forte no segmento de reposição de pesados. De acordo com a empresa, a principal motivação é a previsão de contínuo crescimento das vendas de caminhões. Através de treinamentos e produtos, o objetivo é dar às oficinas e às transportadoras a oportunidade de utilizar peças e sistemas com padrão original, exatamente iguais às vendidas às montadoras.

A participação da Valeo Service no mercado de reposição envolverá, em uma primeira fase, as linhas de embreagens, limpadores de para-brisa, radiadores, equipamentos de segurança e iluminação (faróis e lanternas). Em seguida, a empresa incluirá também motores de partida, alternadores, climatização, chaves de setas e demais itens de sua linha de produtos.

“Nosso objetivo é, em 2011, dobrar o faturamento de pesados, adequando a oferta e lançando novos produtos para ter melhor cobertura da frota”, explica Sérgio Noriega, diretor da divisão Valeo Service.

Simultaneamente à maior participação no mercado de reposição, a Valeo informa que uma das estratégias é investir na formação de profissionais de empresas frotistas e distribuidores, por intermédio de cursos e palestras técnicas, com o objetivo de elucidá-los sobre a melhor aplicação dos produtos para obter rendimento mais eficiente e a consequente relação custo-benefício.

Sérgio Noriega esclarece que o segmento de veículos pesados exige um tratamento diferenciado e, por esse motivo, a Valeo vai investir na formação dos profissionais.

por O Mecânico (www.omecanico.com.br)

terça-feira, 19 de abril de 2011

Pirelli lança linha de pneus ecológicos no Brasil


Novos modelos são mais leves, menos ruidosos e ajudam a economizar combustível

Que tal um jogo de pneus que roda mais, faz o carro frear melhor no piso molhado e, de quebra, reduz o consumo de combustível e os níveis de emissões de poluentes? É isso que a nova linha de pneus “verdes” da Pirelli, que custou US$ 20 milhões nos últimos três anos para ser desenvolvida, promete ao consumidor. São três produtos: Cinturato P1, para modelos de baixa potência (para aros de 13” e 14”), Cinturato P7, para veículos de médio e alto desempenho (16” a 18”), e Scorpion Verde All Season, para picapes e utilitários esportivos (16” a 20”). 

O “pulo do gato” está em uma combinação de importantes fatores, como estrutura, desenho da banda de rodagem e materiais novos, como sílica e polímeros funcionais. Em resumo, isso proporciona um pneu 8% mais leve, menos ruidoso e bem mais durável – segundo a Pirelli, o lançamento pode proporcionar o retorno de investimento equivalente a até 3,6 pneus (no caso dos Cinturatos P1 e P7) até o fim de sua durabilidade quando comparado a modelos tradicionais. 

Isso apesar de custarem um pouco mais: os dois modelos voltados para veículos de passeio custarão 3,5% mais que os equivalentes convencionais da marca, enquanto o Scorpion Verde All Season terá custo 5% superior. Todos eles chegam ao mercado no fim do mês. 

Na pista  

Para mostrar os dotes de cada um deles, a empresa organizou uma seção de demonstrações, algumas delas com comparativos entre os novos produtos e modelos equivalentes da própria marca atualmente no mercado. Na primeira prova foram utilizados dois Ford New Fiesta. Estacionados com as rodas traseiras elevadas em plataformas de cerca meio metro, os modelos foram conduzidos em ponto morto e em linha reta. A ideia era mostrar qual chegaria mais longe, ou seja, qual jogo de pneus apresentaria menor resistência ao rolamento. No ensaio, o Cinturato P1 superou a distância de 50 metros (na média das seis repetições realizadas, sendo que a cada três delas o jogo de pneus de um carro era trocado pelo do outro), contra 42 m do Ford equipado com o P7 tradicional. 

A demonstração seguinte, com um Fiat Palio Weekend sobre um dinamômetro, serviu para mostrar outra diferença importante em favor do pneu verde: ele trabalha em temperatura 9°C mais baixa e “economiza” três cavalos de potência do motor, o que também ajuda a melhorar o consumo. No próximo comparativo, dessa vez entre P7 e Cinturato P7, um Fiat Linea com ABS foi utilizado para frenagem em pista molhada, a uma velocidade de 80 km/h. A média apontou 26,4 metros de distância até que o carro parasse totalmente com pneus verdes, contra 28,72 m do modelo convencional. 

Depois disso, a medição de consumo de combustível, a bordo de um Chevrolet Agile guiado a 40 km/h (com auxílio do controle de velocidade), indicou média de consumo 5,8% melhor com os novos pneus. Já a prova de aceleração a bordo de um Audi A5 equipado com o Cinturato P7 mostrou o quanto o carro se mantém estável mesmo em curvas feitas a até 170 km/h, ou quando rodamos – sempre com os pilotos da Pirelli ao volante – a mais de 220 km/h em retas. De acordo com a empresa, a vantagem se deve à menor deformação dos pneus, mas a falta do comparativo nessa demonstração não deixou claro se o produto verde é realmente superior a seu antecessor. 

O mesmo se pode dizer do breve teste na estrada de terra e pedriscos. O pneu Scorpion (concebido para 80% de uso no asfalto e 20% na terra) passou sem dificuldade por ali, é verdade, mas sem a comparação não há como dizer se é ou não melhor ao similar convencional. Outras informações interessantes: segundo a Pirelli, os novos produtos são 30% menos ruidosos e oferecem economia de combustível de até 6%. Pode parecer pouco, mas a empresa informa que é o suficiente para que um veículo guiado em ótimas condições de rodagem deixe de emitir 100 mil litros de CO² ao ano, considerando que rode 20 mil quilômetros nesse período.

Falta de pneus

Vez ou outra, o consumidor percebe a falta de algum componente de reposição no mercado. E os pneus não estão livres disso. De acordo com Roberto Falkenstein, diretor de pesquisa e desenvolvimento da Pirelli, existem, basicamente, dois motivos para que isso aconteça. “A demora além do normal para desembaraçar a carga nos portos acaba prejudicando o abastecimento das lojas, é algo que acontece em alguns momentos e que afeta, principalmente, a linha de importados. Mas há causas climáticas também, como as fortes chuvas que afetaram os países asiáticos que nos fornecem borracha natural”, comenta. O diretor admite que atrasos existem, mas lembra que não tem notícia sobre desabastecimento na Pirelli nos últimos cinco meses. 

por Igor Thomaz (Auto Esporte)

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Empresários de Guarabira realizam bons negócios na Automec


Nove empresas do Brejo Paraibano participam da 10ª Feira Internacional de Autopeças, Equipamentos e Serviços - Automec 2011- que acontece até  sábado, dia 16 de abril.

Os integrantes da missão técnica empresarial estão tendo a oportunidade de conhecer o que existe de mais moderno em termos de peças e serviços automotivos.


Além dos negócios que estão sendo fechados, existe uma expectativa de negócios futuros para os próximos seis meses.



Participam do evento as seguintes empresas: Albuquerque Diesel, Auto Car, Willame Autopeças, Auto Elétrica Guarabat, Oficina Santa Ana, Clima Car, Oficina Pai e Filho, Oficina São José, Oficina Pioneira (esta última de Lagoa de Dentro).


Esta é uma parceria dos empresários do setor automotivo com as entidades ACEG, FACEPB e Sebrae.

por Danilo Firmino com José Marcílio

terça-feira, 12 de abril de 2011

Participantes do NEOM registram momento antes da viagem a São Paulo




Sebrae e ACEG apoiam caravana do NEOM para Automec

A 10ª edição da AUTOMEC reunirá mais de 900 empresas expositores, de aproximadamente 20 países, e receberá mais de 70 mil compradores qualificados, de vários países, em 78 mil m²de área de exposição. Destaca-se que em 30 dias do lançamento oficial, 60% das empresas que estiveram na última edição já renovaram participação para 2011.

A feira  tem como objetivo facilitar a relação da cadeia nacional de produção do setor automotivo com o seu público comprador, bem como promover a integração de todas as atividades de tal indústria, desde a manufatura de uma peça até o serviço.
 
O NEOM/GBA (Núcleo Empresarial de Oficinas Mecânicas de Guarabira-PB) se fará presente no evento com dez participantes. Nesta terça-feira o grupo se reuniu para registrar um momento ímpar na história das Oficinas Mecânicas de Guarabira e da Paraíba, estiveram presentes o presidente da ACEG, o senhor Manoel Antônio, o vice, Gilson Cândido, o gerente do Sebrae (Agência Guarabira), José Marcílio, e analista do Sebrae Jacy Viana.

por Danilo Firmino

domingo, 10 de abril de 2011

Misturar gasolina com álcool? Só em carro flex


Com alta dos preços do etanol, motoristas adotam prática que pode danificar motor

É bem provável que nada tenha valorizado tanto nos últimos meses quanto o litro do etanol. Tido até pouco tempo como o grande herói entre os combustíveis oferecidos no mercado, o mais novo vilão dos postos brasileiros não chega, é claro, a ser um problema para quem tem um veículo flex, ou mesmo movido somente a gasolina. 

Mas se tornou uma pesada dor de cabeça para quem ainda possui modelos movidos apenas pelo álcool, parte ainda considerável da frota nacional. Para tentar compensar o prejuízo com o uso do etanol tão caro, muitos deles, segundo alguns frentistas consultados, estão fazendo uso de um novo recurso, o “rabo de galo” às avessas! 

Muitos abastecem o tanque colocando partes iguais de gasolina e álcool, enquanto outros pedem proporções maiores de gasolina, ou, apenas o combustível mineral com a falsa impressão de que ganharão em autonomia – compensando, assim, o investimento um pouco maior. 

“Na prática não é isso que acontece. Quem faz isso está, na verdade, causando uma série de danos ao motor”, explica Marcus Vinícius Aguiar, diretor técnico da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA). 

E não são poucos os problemas que aparecem. Além de contaminar o óleo lubrificante, a gasolina pode causar estrago nas válvulas, na sede das válvulas, velas de ignição, junta de cabeçote e várias outras peças do motor que entram em contato com o combustível. “O etanol possui um poder antidetonante muito maior que o da gasolina, por isso que a taxa de compressão de um motor movido exclusivamente a álcool é bem mais alta. Por causa disso, o combustível mineral explode antes do momento ideal na câmara de combustão, e é justamente isso que pode causar tanto estrago”, explica o diretor, que lembra ainda que a temperatura do propulsor chega a ficar mais elevada com essa nova receita de “rabo de galo”. 

Os resultados mais drásticos ocorrem quando se usa apenas gasolina, ou proporções muito maiores desse combustível na mistura com o álcool. Mesmo quem opta pela proporção em partes iguais coloca o motor em risco – os danos podem até ser menores, segundo Aguiar, mas ainda assim não é recomendável optar pela mistura. 

“Usar o combustível mineral não melhora a autonomia do veículo, nesse caso. Como não explode no momento correto, a gasolina acaba proporcionando gasto maior e rendimento menor. É um desperdício.” 

De acordo com outro frentista consultado, um dos clientes do posto onde trabalha tem abastecido seu carro a álcool com diesel – algo muito difícil de acreditar. Verdade ou não, perguntamos ao diretor da AEA o que poderia ocorrer nesse caso. “Para usar diesel o motor precisa ter uma taxa de compressão ainda mais elevada que a necessária para o uso de etanol. Nesse caso, certamente o combustível mineral nem deve ser queimado, é até difícil dizer exatamente o que pode acontecer. A única coisa óbvia é que, em algum momento, o dono do carro terá um grande prejuízo com essa prática.” 

por Igor Thomaz (Auto Esporte)

Ford adota plástico mais leve em alguns componentes

Carenagem do motor Ecoboost usa o novo tipo de plástico que contribui com a redução de peso total do veículo

Espuma multicelular é capaz de reduzir até 340 kg do peso do carro
 
Seguindo a tendência mundial, a Ford procura maneiras de tornar seus carros mais leves e ecologicamente corretos. Por isso, a marca pensa em trocar o plástico tradicional utilizados em seus carros por um material chamado MuCell.

Desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), o MuCell é na verdade um plástico que durante o processo de fabricação recebe pequenas bolhas de gás nitrogênio ou carbono em sua composição. Segundo a marca norte-americana, essa modificação pode tornar o material até 10% mais leve.

Mesmo o novo plástico sendo menos resistente do que o material padrão utilizado pela montadora, a Ford diz que a diferença não será muito relevante, já que todas as peças plásticas são projetadas para ser de 50 a 100% mais fortes do que o recomendado. 

O objetivo da montadora é conseguir reduzir o peso dos carros de 90 a 340 kg. Inicialmente, a marca irá começar a utilizar o plástico em peças como tampa de motor, mas a é expectativa é que até 2020 o MuCell seja utilizado na fabricação de todas as peças de plástico. 

por Redação (Auto Esporte)

Velocidade do seletor do ar-condicionado influencia o consumo?


A velocidade do ventilador com o ar-condicionado ligado altera o consumo de combustível do carro. Segundo Rubín Bonato, Gerente de Desenvolvimento da Denso, a diferença é pequena, mas existe. “Se a velocidade de ventilação for baixa, a refrigeração será menor, consequentemente, o tempo de acionamento do compressor será reduzido, diminuindo o consumo”, explica.

Já o ajuste de temperatura, em sistemas manuais, não interfere no gasto de combustível. Em alguns sistemas automáticos, como a regulagem é mais precisa, pode haver uma variação maior do consumo, especialmente em modelos com dupla zona de temperatura (uma para o motorista e outra para o passageiro). “A variação vai depender do carro e do sistema de ar-condicionado”, diz.

Em relação ao desempenho do ar-condicionado na estrada, Bonato explica que a rotação maior do motor, aumenta a rotação do compressor, bombeando mais gás. “Quando o carro está em velocidades mais altas, a refrigeração do condensador aumenta, melhorando o desempenho do sistema de ar-condicionado”, explica.

por Luiz Felipe Orlando (Auto Esporte)