terça-feira, 14 de maio de 2013

Vendas no Brasil sobem 1,9% no 1º trimestre, diz estudo

 
Toyota é a líder mundial entre as montadoras

O mercado automotivo brasileiro registrou aumento de 1,9% no número de vendas no primeiro trimestre de 2013. Os dados foram revelados em estudo divulgado pela JATO Dynamics do Brasil na segunda-feira (13).

De acordo com o relatório, foram comercializados, entre janeiro e março deste ano, 787.663 veículos no País. No primeiro trimestre de 2012, foi registrada a marca de 772.621 unidades. Levando em conta apenas o desempenho dos meses de março de 2012 e de 2013, porém, houve queda de 5,5% na comparação com o ano passado (de 284.111 para 268.349).

No mercado global, quem encabeça a lista de vendas é a China. No 1ºT de 2013 foram 4.748.962 carros vendidos, aumento de 19,3% (3.980.452) em relação ao mesmo período, em 2012. Em seguida, aparecem Estados Unidos (3.688.706), Japão (1.512.526), Índia (822.740) e Brasil.

Em relação às marcas, a Toyota ficou na primeira colocação entre janeiro e março, com 1.577.463 emplacamentos, superando Volkswagen (1.451.387), Ford (1.228.488), Chevrolet (1.046.327) e Nissan (1.031.263).

por Rodrigo Furlan (Quatro Rodas)

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Fras-le tem crescimento de receita no 1º trimestre de 2013


A Fras-le encerrou o primeiro trimestre de 2013 com receita bruta total de R$ 226,2 milhões, evolução de 8,1% sobre o mesmo período do ano anterior. A receita líquida consolidada equivalente foi de R$ 167,5 milhões no mesmo período, crescimento de 10,6% em comparação ao primeiro trimestre de 2012. Do total, são R$ 98,9 milhões no mercado nacional, evolução de 14,1%, e R$ 68,5 milhões no mercado externo, evolução de 5,9%, ambos em relação ao primeiro trimestre de 2012.

De acordo com a empresa, o bom desempenho das receitas reflete a valorização cambial sobre as vendas no exterior, evolução das operações das empresas controladas, e, ainda, o bom desempenho do mercado nacional. O mercado norte-americano continua sendo a principal fonte de receitas da empresa no exterior.

A Fras-le avalia que o mercado nacional apresentou boa performance, impulsionado principalmente pelo setor de reposição. Já no mercado externo, os volumes de exportação tiveram baixa frente aos períodos de comparação. Segundo a empresa, isso é reflexo da instabilidade da economia mundial, como o aprofundamento da crise do bloco econômico da zona do Euro, bem como do mercado norte-americano que não obteve uma retomada consistente neste trimestre.

Para a Fras-le, o primeiro trimestre de 2013 foi marcado pela conclusão de importantes ações e adequações operacionais iniciadas em 2012 e que influenciaram positivamente o desempenho econômico da empresa, como ações de reestruturação da controlada Freios Controil e ajustes na estrutura do site de Caxias do Sul. Outros movimentos que também beneficiaram a empresa na redução dos custos operacionais neste trimestre foram incentivos do governo brasileiro, especificamente o Reintegra e a desoneração da folha de pessoal.

Na avaliação do presidente da Companhia, Daniel Randon, para os próximos trimestres de 2013 as expectativas são boas em relação à expansão econômica do mercado doméstico, principalmente nos setores de infraestrutura e transporte. No exterior, as projeções são conservadoras frente às incertezas do cenário econômico apresentado atualmente. “Mesmo com perspectivas adversas, a estimativa da companhia é de uma retomada do crescimento histórico em volumes, e consolidação das receitas em R$ 1 bilhão ao final do exercício”, diz Daniel Randon.

por Portal O Mecânico (www.omecanico.com.br)

Pirelli e Lamborghini comemoram parceria de 50 anos


A Pirelli e a Lamborghini estão celebrando “bodas de ouro” da parceria tecnológica entre as marcas. De acordo com a fabricante de pneus, cada modelo Lamborghini teve seu próprio pneu Pirelli feito sob medida. A colaboração começou em 1963, quando o fundador da marca de superesportivos, Ferruccio Lamborghini, pediu à Leopoldo Pirelli para equipar o primeiro carro da recém-criada montadora, o 350 GTV, lançado como protótipo no Salão de Turim daquele ano.

Tanto o protótipo quanto a versão de série, batizada de 350 GT, usaram os pneus Cinturato HS, desenvolvidos na época para equipar carros esportivos que já eram capazes de atingir a marca dos 240km/h, segundo a Pirelli. Em 1966 veio o lendário Miura, equipado com a nova geração de pneus Cinturato HS: o CN72, na medida 205 VR 15. A fabricante explica que o novo pneu apresentava uma banda de rodagem mais avançada em comparação com o Cinturato clássico, o CA67, com um projeto mais silencioso e confortável. Este foi então adotado como equipamento original por todos os modelos Lamborghini subsequentes, incluindo o Espada, que surgiu em 1968.

Dois anos depois, a Lamborghini solicitou um novo pneu 'Série 70' para o Miura, com um flanco muito menor para melhorar o comportamento na estrada. Então a Pirelli apresentou o novo Cinturato CN73 na medida 225/70 VR 15. Foi o começo da linha de pneus de perfil baixo que seriam comercializados como Pirelli P7, estes escolhidos pela fabricante italiana em 1971 como equipamento original para o seu mais recente modelo: o Countach, que definiu os supercarros da década de 70.

Em 1988, a edição 'Anniversary' do Countach, que comemorou os 25 anos da marca, foi um dos primeiros supercarros a usar a linha de pneus Pirelli P Zero. Antes, entre 1986 e 1988, a Lamborghini produziu o modelo LM002, precursor da gama de veículos off-road de luxo. Para este modelo, a Pirelli criou a série Scorpion, com características como o uso de Kevlar na estrutura da carcaça e uma nova construção run-flat.

Em 1990, estreou o Lamborghini Diablo, que teve 3 mil unidades fabricadas com pneus Pirelli. De lá pra cá, o Murcielago (2002) e o Gallardo (2003) tiveram os pneus P Zero Rosso, enquanto o novo Aventador LP 700-4 Roadster usa um pneu P Zero feito sob medida. Já o Veneno, protótipo para celebrar o 50º aniversário da Lamborghini, está equipado com pneus inspirados nos P Zero de um fórmula.

por Portal O Mecânico (www.omecanico.com.br)

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Empresa cria carro voador que decola como helicóptero

 
Veículo deve virar realidade nos próximos doze anos
 
A Terrafugia, empresa norte-americana do Massachussets, anunciou que está desenvolvendo um projeto de carro voador capaz de decolar na vertical. Batizada de TF-X, a inovação deve estar à venda até 2025.

Se virar realidade mesmo, o novo veículo vai decolar como um helicóptero e poderá atingir até 320 km/h no ar, sendo capaz voar por até 800 km sem paradas. Segundo a Terrafugia, aprender a operar o TF-X de forma segura não demora mais que cinco horas. A empresa garante que dirigir um dos carros voadores será menos perigoso do que guiar um automóvel comum.

Quem não quiser esperar pelo TF-X para ter um carro voador na garagem pode encomendar o Transition. Feito de fibra de carbono e com autonomia de vôo de mais de 750 km, o veículo já é oferecido pela Terrafugia, custa 280 mil dólares nos Estados Unidos e pode voar a 185 km/h. Assista agora a animação sobre o TF-X:
 
 
 
por Saulo Pereira Guimarães, de Exame.com

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Para CEO, Audi precisa de clareza sobre as leis antes de decidir sobre fábrica no Brasil

Foto: Marco de Bari

Rupert Stadler fez declarações durante celebração em Puebla, no México

"Estamos estudando agora alguns detalhes, mas mesmo que o governo não seja muito claro quando se trata de localização, que tipo de partes que elas significam?", disse Rupert Stadler aos repórteres na cidade de Puebla, no México, depois que a Audi comemorou o início da operação de uma fábrica que vai abrir em meados de 2016, com um investimento de US$ 1,3 bilhões.

"O quadro geral das leis e regulamentos não são transparentes", acrescentou o CEO da Audi. "Então você não pode dizer agora: 'Eu vou para o Brasil', porque você não sabe os detalhes", afirmou Stadler.

O Brasil é o quarto maior mercado automotivo do mundo e muitas montadoras estão abrindo fábricas por aqui para evitar as tarifas sobre veículos importados. Funcionários da Audi já disseram no passado que a empresa pode adicionar uma fábrica no Brasil.

Segundo a Reuters, funcionários da VW afirmaram em março que eles viram as vendas da indústria automotiva brasileira em 2013, e que o ritmo dos investimentos em fábricas locais depende da demanda. A BMW, “rival” da Audi, anunciou que planeja abrir uma fábrica no Brasil no final de 2014.

Enquanto a Audi tem as aprovações governamentais necessárias para proceder, se quiser, Stadler disse que não vai investir sem mais clareza. "Tem que ficar claro", disse ele. "Quais são as condições? Qual é o requisito para a localização? Isso é muito complicado, por isso precisa de algum tempo."

Stadler disse também que a abertura da fábrica de montagem mexicana em três anos não fecha a porta para a fabricação de veículos da marca nos Estados Unidos."Isso está absolutamente aberto, no futuro, porque sempre depende do que carro que você quer discutir, onde está o principal mercado e se é a estrutura certa", disse ele.

A VW fabrica carros da marca em sua fábrica em Chattanooga, no Tennessee, mas não monta veículos da Audi nos Estados Unidos.

por Alexandre Ciszewski (Quatro Rodas)

Fiat investirá R$ 15 bilhões no Brasil


Serão criados 7,7 mil empregos diretos

A Fiat anunciou nesta segunda-feira (6) que investirá R$ 15 bilhões no Brasil. De acordo com notícia publicada pela agência Reuters, o montante será empregado no mercado brasileiro até 2016. A confirmação foi feita depois do encontro de Sergio Marchionne, CEO global do Grupo Fiat, com a presidente Dilma Rousseff.

Esse valor será utilizado em diversos negócios da marca, incluindo, além da montagem de carros, a produção de caminhões da Iveco, fabricação de motores e outros equipamentos, bem como a criação de novas instalações. As verbas destinadas à ampliação da planta de Betim (MG) e à construção da fábrica de Goiana (PE) já estão englobadas.

Cerca de R$ 9 bilhões desse montante correspondem a novos investimentos e decorrem do plano Inovar-Auto, lançado pelo governo federal no final de 2012.

Com o investimento, serão criados 7,7 mil empregos diretos no País, além de 12 mil vagas indiretas.

por Rodrigo Furlan (Quatro Rodas)

sábado, 4 de maio de 2013

Vendas batem recorde em abril, diz Fenabrave


Entre os modelos, Palio e Uno abrem vantagem para HB20

As vendas de automóveis de passeio e comerciais leves tiveram alta de 18,03% em abril, comparando com os números do mês anterior. Foram 316.705 emplacamentos contra 268.324 unidades comercializadas em abril. No resultado acumulado (de janeiro a abril de 2013), a alta foi de 8,55% se comparado com o acumulado do ano passado.

Entre as montadoras, no mês de abril a Fiat sustentou a liderança com 21,97% do mercado de automóveis de passeio e comerciais leves, seguido pela VW (18,64%), GM (17,39%), Ford (8,68%), Renault (6,73%) e Hyundai (5,81%). Toyota (5,25%), Honda (4,16%), Nissan (2,10%) e Citroën (1,86%) completaram a lista das dez principais marcas.

Já a lista de veículos mais vendidos da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) não teve novidades expressivas em abril. O Volkswagen Gol segue na liderança, com 21.581 unidades vendidas em abril, à frente de Fiat Uno (17.463 unidades) e Fiat Palio (16.654 veículos). A dupla da marca italiana conseguiu aumentar sensivelmente sua vantagem para o Hyundai HB20, que teve 12.118 unidades comercializadas no quarto mês do ano.

Uma das raras surpresas da tabela foi o crescimento do Volkswagen Voyage, que saltou para a quinta posição com 10.635 unidades vendidas. Este número o colocou à frente de seu arquirrival Fiat Siena (10.405, somando as vendas da versão Fire) e Volkswagen Fox (10.300). O Chevrolet Onix aparece no oitavo lugar com 9.428 unidades, superando Renault Sandero (8.968), Ford Fiesta (8.319), Chevrolet Classic (7.358) e Chevrolet Celta (6.389).

Por Vitor Matsubara (Quatro Rodas)