quarta-feira, 22 de maio de 2013

Estudo indica Toyota como marca automotiva mais valiosa

 
Em 2013, montadora japonesa superou a BMW

A Toyota é a marca automotiva mais valiosa do mercado mundial. De acordo com o estudo BrandZ Top 100 2013, elaborado pela empresa de pesquisa de mercado Millward Brown, a montadora japonesa ultrapassou a alemã BMW, líder do segmento de carros na edição 2012.

O valor estimado atribuído à Toyota é de US$ 24,5 bilhões, contra US$ 24 bilhões da BMW, que agora aparece no segundo lugar. A Mercedes-Benz vem em terceiro (US$ 18 bilhões), seguida por Honda (US$ 12,4 bilhões) e Nissan (US$ 10,2 bilhões).

As cinco marcas citadas acima, ao lado da Volkswagen (100ª posição) são as únicas montadoras a figurarem no top 100 Geral: Toyota (23ª), BMW (24ª), Mercedes (43ª), Honda (71ª) e Nissan (86ª) ficaram bem atrás da líder, Apple, com valor estimado em US$ 185,1 bilhão.

Confira as dez marcas automotivas mais valiosas, de acordo com o BrandZ Top 100:

1. Toyota - US$ 24,5 bilhões
 
2. BMW - US$ 24,0 bi
 
3. Mercedes - US$ 18,0 bi
 
4. Honda - US$ 12,4 bi
 
5. Nissan - US$ 10,2 bi
 
6. VW - US$ 8,8 bi
 
7. Ford - US$ 7,6 bi
 
8. Audi - US$ 5,5 bi
 
9. Hyundai - US$ 4,0 bi
 
10. Lexus - US$ 3,5 bi

por Rodrigo Furlan (Quatro Rodas)

terça-feira, 21 de maio de 2013

Vendas: VW Gol e Fiat Uno lideram na 1ª quinzena de maio

Chevrolet fica à frente da Volkswagen entre as marcas

A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) divulgou o relatório das vendas no mercado brasileiro durante a primeira quinzena de maio. O VW Gol (10.586 unidades) manteve a liderança, mas com estreita margem na comparação com o segundo colocado, o Fiat Uno (10.073).

A Fiat também emplacou o terceiro e o quarto lugares na lista, com o hatch Palio (8.326) e o sedã Siena (5.612), respectivamente. O Chevrolet Onix (5.362) vem na quinta colocação, seguido por VW Fox/CrossFox, Ford Fiesta, Hyundai HB20, VW Voyage e Chevrolet Classic.

Entre as marcas, a primeira colocação ficou com a Fiat, com 23,35% do mercado (36.338 unidades vendidas). A Chevrolet ficou à frente da Volkswagen: 18,22% (28.363) a 17,92% (27.891). Em seguida, vieram Ford e Hyundai.

Crescimento em relação a 2012

 

Na comparação com a primeira quinzena de maio de 2012 (147.288), o atual período (155.653) apresentou crescimento de 5,68%. No acumulado de 2013, foram negociados 1.259.979 veículos no País, aumento de 8,19% na comparação com o acumulado de 2012 no mesmo período (1.164.631).

por Rodrigo Furlan (Quatro Rodas)

sábado, 18 de maio de 2013

Vendas na Europa sobem pela primeira vez em 18 meses


Em abril, crescimento foi de 1,7%

A Associação Europeia das Montadoras Automotivas (ACEA) divulgou dados relativos ao comportamento do mercado europeu nos quatro primeiros meses de 2013. De acordo com o relatório, foi registrado aumento de 1,7% nas vendas em abril, o primeiro no continente nos últimos 18 meses (ou setembro de 2011).

No quarto mês do ano, foram emplacados 1.038.343 veículos, enquanto em abril de 2012 havia sido registrada a marca de 1.021.358 unidades. As subidas mais expressivas aconteceram no Reino Unido (14,8%), Espanha (10,8%) e Alemanha (3,8%), enquanto houve queda em Itália (- 10,8%) e França (- 5,3%).

De acordo com a própria associação, um dos motivos do crescimento foi a presença de dois dias úteis a mais em abril de 2013 na comparação com 2012, já que, neste ano, o feriado da Páscoa foi celebrado em março.

No acumulado do ano, porém os números seguem preocupantes. Apenas Reino Unido, entre os maiores países, registra aumento de vendas (8,9%), enquanto Itália (- 12,3%), França (-12,3%), Alemanha (- 8,5%) e Espanha (- 6,7%) tiveram queda. No geral, a retração é de 7,1%.

VW lidera entre as marcas

A Volkswagen foi a montadora com mais unidades vendidas em abril na Europa, com 274.925, um aumento de 9,9% em relação a 2012. Na sequência vieram Peugeot-Citroën (116.197, queda de 10,1%) Renault/Dacia (92.635, aumento de 5,3%), General Motors (79.686, queda de 4,5%) e Ford (75.831, queda de 0,6%).

por Rodrigo Furlan (Quatro Rodas)

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Bendix disponibiliza pastilhas de freio TitaniuMetalic na reposição


A Bendix, marca de pastilhas de freio da Honeywell Friction Materials, disponibiliza no mercado as pastilhas TitaniuMetallic, que, segundo a fabricante, possuem a tecnologia de impressão de massa de atrito com composto de titânio metálico, que facilita o seu assentamento ao disco e proporciona eficiência desde as primeiras frenagens.

De acordo com Marcelo Ferreira, gerente de vendas para o mercado de reposição da Honeywell Friction Materials na América do Sul, a impressão de faixas de titânio metálico diluído espalha-se sobre a superfície do disco, ampliando a eficiência da frenagem e transmitindo a sensação de conforto e de confiança na ação do sistema. 

Ainda segundo a marca, a linha de pastilhas TitaniuMetallic abrange diversos lançamentos recentes da indústria automobilística nacional.

por Portal O Mecânico (www.omecanico.com.br)

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Jaguar Land Rover: decisão sobre fábrica no Brasil sai em breve

 
Grupo apresentou crescimento nos primeiros meses de 2013
 
O grupo Jaguar Land Rover organiza nesta semana um evento de relacionamento com imprensa e parceiros no Autódromo de Interlagos. Na quarta-feira (15), Flávio Padovan, presidente da Jaguar Land Rover América Latina e Caribe, reuniu-se com jornalistas e expôs as novidades relativas às marcas.

Um dos temas abordados foi a decisão sobre a construção de uma fábrica da Land Rover no Brasil, algo que vem sido discutido há meses. Padovan reiterou que a possibilidade ainda está sendo avaliada. “É uma decisão difícil. O programa Inovar-Auto trouxe diversos desafios a quem quer produzir aqui. Queremos a fábrica e acredito que, em breve, em mais alguns meses, teremos uma definição”.

Outra novidade diz respeito ao Jaguar F-Type, modelo lançado no fim de 2012 e que, inclusive, foi mostrado durante o último Salão do Automóvel. O grupo confirmou que o conversível chegará ao mercado brasileiro no segundo semestre de 2013, mas o preço ainda não foi definido.

Por outro lado, o sedã XF ganhou uma versão equipada com motor 2.0 turbo, que entrega 240 cavalos de potência. O modelo já recebeu preço nas concessionárias: R$ 224.900.

Crescimento em 2013

Durante o encontro, Padovan também revelou números que mostram o crescimento das marcas no Brasil nos quatro primeiros meses de 2013. A Land Rover apresenta crescimento de 23,3% na comparação com 2012, chegando à média mensal de 831 unidades vendidas. No caso da Jaguar, o crescimento é significativamente maior: 318%, passando de 4,6 carros vendidos/mês para 23 unidades/mês.

“Desde que assumimos a gestão da Jaguar, em novembro de 2012, fizemos algumas mudanças. De gestão de posicionamento do produto no mercado, da maneira como lidamos com mídias sociais. Antes, ter um carro como esse parecia impossível, inacessível”, disse Padovan.

Falando da estimativa total de vendas para 2013, o presidente do grupo no continente evitou colocar metas em números. “Mas tenho certeza de que haverá um salto estupendo na comparação com 2012”, afirmou.

por Rodrigo Furlan (Quatro Rodas)

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Nakata dá orientações de diagnóstico na bomba de óleo


Responsável pela lubrificação forçada de várias peças, a bomba de óleo é essencial para o funcionamento do motor do veículo. Por isso, a Nakata avisa que a peça é um item que requer atenção especial dos motoristas na manutenção. Para preservar a bomba de óleo, a fabricante de autopeças avisa que é fundamental fazer a manutenção preventiva e a troca de óleo no período estipulado pela montadora.

“Não há uma quilometragem média que indica o momento de trocar a bomba de óleo, por isso, o condutor deve ficar atento aos sinais de luz de óleo piscando de maneira intermitente, principalmente, em marcha lenta e com o motor quente”, afirma o supervisor de serviços da Nakata, Jair Silva. De acordo com o especialista, os sintomas podem ser indicativos de desgaste nas partes móveis do motor, como por exemplo, bronzinas de biela, mancal ou buchas. “Quando isso ocorre, o melhor diagnóstico é testar a pressão da bomba isolada do motor. Desta forma, o reparador pode fazer um diagnóstico preciso da causa”, esclarece.

Jair reforça que a troca de óleo deve ser feita seguindo exatamente a recomendação da montadora do veículo. O especialista explica que o desgaste da bomba geralmente acontece na engrenagem interna, externa e na carcaça, mas pode ocorrer problema na válvula reguladora de pressão. “Válvula travada aberta por contaminação do lubrificante é muito comum. Neste caso, o motor perderá pressão de óleo, podendo fundir”, adverte. Já a válvula travada fechada pode provocar excesso de pressão e danos ao filtro de óleo. “Não é possível fazer a troca desses componentes, apenas a bomba completa”, ressalta Silva.

No momento da substituição da bomba de óleo, Jair recomenda alguns cuidados ao mecânico. “Antes da instalação, é preciso verificar se a bomba gira livremente”, comenta. Em seguida, o mecânico deve encher a bomba com o mesmo óleo que será utilizado no motor, o que, segundo a Nakata, é fundamental para a formação do selo hidráulico, pois sem ele não se consegue puxar o óleo do cárter.

Ainda durante a instalação, o especialista da Nakata orienta verificar se a base de apoio da bomba está limpa e livre de riscos ou amassados, que podem levar a vazamento ou entrada de ar. “Cheque cuidadosamente a instalação do pescador (quando aplicado), pois pode ocorrer entrada de ar, prejudicando o volume de óleo aspirado pela bomba”, afirma.

Jair aponta ainda mais algumas dicas: “As bombas frontais só devem ser montadas ao bloco com os guias devidamente instalados e para facilitar a formação de pressão do óleo, solte ligeiramente o filtro de óleo. Quando o óleo começar a sair pelo filtro é hora de apertá-lo adequadamente e seguir em frente”, ensina.

por Portal O Mecânico (www.omecanico.com.br)

terça-feira, 14 de maio de 2013

Em matéria, agência de notícias critica segurança dos carros brasileiros

 
"Veículos vendidos lá são letais", diz Associated Press

A tradicional agência de notícias Associated Press publicou na segunda-feira (13) uma matéria em que critica fortemente a qualidade dos carros brasileiros no quesito segurança. Logo no título da notícia, a agência afirma: “veículos brasileiros comprovam-se letais”.

Replicado em diversos veículos de comunicação, o material destaca que os carros aqui vendidos possuem soldas fracas, escassos itens de segurança e materiais de qualidade inferior na comparação com modelos comercializados, por exemplo, no mercado europeu.

Um dos focos da reportagem está no fato de quatro dos cinco veículos mais vendidos no País terem recebido apenas uma estrela (de cinco possíveis) nos testes de segurança da Latin NCAP, entidade independente que realiza crash-tests no continente.

Além disso, mostra a diferença de qualidade entre modelos teoricamente iguais, vendidos nos mercados latino-americano e europeu. No caso, os carros citados foram o Renault/Dacia Sandero, que recebeu três estrelas do Euro NCAP e apenas uma no Latin NCAP, e o Nissan Micra/March, com, respectivamente, quatro e duas estrelas. O procedimento dos testes, de acordo com a entidade, é exatamente igual nos dois continentes.

A explicação apontada pela reportagem, de acordo com fontes citadas, é de que os padrões de segurança exigidos no mercado brasileiro são inferiores aos de outros países. Uma fonte anônima cita que: “As montadoras estão satisfeitas em fazer carros com maior margem de lucro em nações onde as demandas são menos rigorosas. Como também ocorre em China, Índia e Rússia”.

O texto também aborda o caso de um garçom que sofreu um acidente em 2008 (à época, com 23 anos), quando guiava um carro “uma estrela” a 110 km/h, numa estrada em Minas Gerais. Em decorrência da colisão, ficou paraplégico.

por Rodrigo Furlan (Quatro Rodas)