domingo, 29 de maio de 2011

Palestra da NGK do Brasil é sucesso em Guarabira

 
Na última terça-feira (24/05), a cidade de Guarabira recebeu um grande evento trazido pela empresas Estoque Atacado e NGK do Brasil: uma mega palestra sobre velas de ignição. A mesma aconteceu no auditório do Colégio da Luz, onde o grupo NEOM agradece a diretoria do colégio por toda a cordialidade prestada.


Mais de 102 pessoas estiveram presentes, de várias cidades da região do Brejo: Guarabira, Sertãozinho, Pirpirituba, Lagoa de Dentro, Araçagi, Belém, Solânea, Pilõezinhos entre outras.


Empresas de mecânica automotiva, de mecânica de motos, de confecção de chaves codificadas e de auto peças participaram da palestra - todas com seus respectivos colaboradores. Houve também sorteio de diversos brindes para os espectadores presentes.

O grande sucesso do evento foi obtido graças as ações das empresas Estoque Atacado e NGK do Brasil em consonância com os participantes do Núcleo Empresarial de Oficinas Mecânicas de Guarabira (PB). O Núcleo é fruto do Projeto Empreender, realizado pela parceria entre a Associação Comercial e Empresarial de Guarabira (ACEG) e o Sebrae. Na ocasião, o presidente da ACEG, o senhor Manoel Antônio, ressaltou a importância da união no segmento automotivo e a força das ações do grupo para a prosperidade das empresas participantes.

por Danilo Firmino

Em dez anos, Brasil terá mais motos do que carros


Em dez anos, haverá mais motocicletas nas vias brasileiras do que carros. É o que aponta o estudo “A mobilidade Urbana no Brasil”, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado na última quarta-feira.

A pesquisa mostra que a demanda por transporte público caiu 30% na última década. No mesmo período, a compra de carros cresceu em média 9% ao ano e a de motos, 19%. A previsão é de que a partir de 2012 a aquisição de motocicletas será maior do que a de automóveis.

“Em uma década seremos um país sobre duas rodas. Estamos seguindo um modelo asiático. Lá, as motos entopem as ruas. Isso é efeito de um transporte público ruim, pouco atrativo. A forma que o cidadão encontra para deixar o transporte público é ir para a motocicleta. Moto polui muito mais do que carro. Se comparar com transporte público, polui 40 vezes mais”, afirma Carlos Henrique Ribeiro de Carvalho, técnico de planejamento e pesquisa do Ipea, coordenador do trabalho.

Carvalho alerta ainda para o fato de a moto matar muito mais do que o carro. Em 1997, houve 12,5 mil mortes de pedestres, 973 de motociclistas e 3,9 mil de pessoas em carros. Em 2007, depois que 7,6 milhões de motos entraram em trânsito, o número de mortes de motociclistas passou para 8.118, o de pedestres caiu para 9.657 e o de pessoas em carros, subiu para 8.273.
 
O pesquisador do Ipea cita o exemplo do Rio de Janeiro para mostrar a transformação das viagens urbanas no País. Em 1950, os bondes respondiam pela maioria dos deslocamentos (649 milhões de viagens por ano), seguidos de ônibus (216 milhões), trens (208 milhões) e carros (20 mil). Em 2005, automóveis fizeram 1,6 bilhão de deslocamentos urbanos e os ônibus, 1,5 bilhão. Trens e metrôs responderam por 259 milhões de viagens.
 
Segundo Carvalho, esse fenômeno se explica, em parte, pelo crédito farto e longos prazos de financiamento de carros e motocicletas – no caso de motos, o valor da prestação se aproxima ao gasto mensal com a tarifa de transporte público. O alto custo das passagens também influenciou a mudança do comportamento.
 
O crescimento do transporte individual tem forte impacto no trânsito. Em 1992, o tempo médio de deslocamento casa-trabalho do brasileiro era de 37,9 minutos. Em 2008, passou para 40,3. E 19% das pessoas perdem mais de duas horas diárias nesse trajeto. 

por Agência Estado (www.gaz.com.br)

Tecfil investe em novas instalações


A Tecfil investiu em novas instalações, capacitação, processos e embalagens, sendo a primeira novidade a inauguração de mais um centro de distribuição em Guarulhos/SP, terceiro espaço do tipo instalado na região, segundo informações da companhia. 

Situado próximo às rodovias Ayrton Senna e Dutra, a unidade conta com 20 docas para carregamento e uma capacidade de armazenagem de 18 mil posições pallets. segundo a companhia, o novo empreendimento tem a proposta de garantir fácil acesso aos caminhões para carregamento. 

"Nosso tempo de entrega já era um dos melhores do mercado. Com o novo centro de distribuição seremos imbatíveis na logística dos filtros", vislumbra Ricardo Pessoa, diretor comercial da Tecfil.

Além do espaço, a empresa investiu também na criação de um ambiente exclusivo para a capacitação de aplicadores, com a proposta de sanar as dúvidas destes profissionais com exemplos reais de uma troca de óleo e filtro. De acordo com informações da Tecfil, o espaço é equipado com elevadores e maquinário para demonstrar aos participantes o procedimento de uma troca de óleo modelo.

Quando o assunto é o processo de fabricação de seus produtos, a empresa anuncia a adoção de novas medidas de qualidade. Conforme divulgado, foi criada uma sala para a fabricação dos filtros de ar condicionado totalmente livre de impurezas.

Sendo assim, os funcionários que operam as máquinas, precisam utilizar além dos equipamentos tradicionais de segurança, touca e óculos para manusear os filtros e evitar que fios de cabelo e outras impurezas entrem em contato com o produto.

"Os filtros de ar condicionados/cabine devem garantir que o cliente respire um ar livre de impurezas dentro do interior do veículo. Para isso, é necessário que o filtro seja produzido em um ambiente diferenciado, em condições de alta limpeza”, argumenta Eduardo Gomes, gerente de engenharia de produtos.

Por último, a empresa anuncia o desenvolvimento de novas embalagens. Conforme as informações divulgadas pela companhia, com a mudança no design, o código e a aplicação do produto aparecem em destaque.

Entretanto, a empresa destaca que as cores se mantiveram e o logo que antes era aplicado na diagonal, agora esta na horizontal com o objetivo de facilitar a leitura. "São mudanças que proporcionam muito mais visibilidade e facilidade na hora de vender”, justifica Simone Minhoto, supervisora de marketing da empresa.

por O Mecânico (www.omecanico.com.br)

sábado, 28 de maio de 2011

Lavar o carro com querosene pode trazer problemas de pintura?


Esse é o famoso mito do querosene, que serve de receita caseira para a retirada de manchas da pintura. Uns afirmam que limpar o carro com a substância deixa a lataria brilhante, outros dizem que corrói a tinta. 

Para solucionar a questão, conversamos com Wilson Zimmermann, da oficina de pintura e funilaria SP Center. "Se o carro não passou por cristalização, espelhamento, enceramento ou vitrificação não há problemas, caso contrário, o querosene tira a camada protetora", diz Zimmermann. 

Porém, alguns cuidados devem ser tomados durante a aplicação. "Não passe o querosene puro e nem com o carro no sol. É indicado que o procedimento seja feito por um profissional porque o produto é um solvente", afirma. 

O querosene deve estar bem diluído, numa proporção de uma parte de querosene para cinco de água aproximadamente. Mesmo assim, usar o solvente com muita frequência não é recomendado. Ele deve ser usado para remover manchas, principalmente as de piche, apenas esporadicamente. 

Outra boa dica para a limpeza é o uso do desengraxante. "O produto é usado nas oficinas antes de uma nova pintura. Ele higieniza a superfície sem interferir na tinta", explica Zimmermann. Em plásticos e borrachas é melhor manter o querosene longe. Ele pode deixar as regiões esbranquiçadas. "Para elas é melhor usar produtos siliconizados", afirma o profissional. 

por Ana Lúcia Silva (Auto Esporte)

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Yamaha quer lançar moto com quatro rodas


Tesseract é o nome da máquina que promete mais estabilidade

A Yamaha já havia apresentado no Salão de Tóquio (Japão), em 2007, sua motocicleta conceito. Agora, parece que a marca quer lançar algo bem similar. O modelo Tesseract é um protótipo completamente inusitado de quatro rodas. A intenção é aumentar a estabilidade sem transformar o veículo em um quadriciclo, já que a estrutura não é muito maior que de uma moto comum.

Claro que haverá diferenças entre o protótipo e o modelo definitivo, como o uso de um motor de dois cilindros paralelos no lugar do formato em V, além de um sistema de transmissão que não usa correias. Esse último item concretiza a ideia de que a Yamaha deve estar realmente desenvolvendo a máquina, já que as conceituais correias seriam um pesadelo para serem mantidas ordenadas e encaixadas na vida real. 

Apesar do sucesso do protótipo, provavelmente a Tesseract não poderia ser utilizada normalmente, pelo menos não em ruas e estradas. Por ter quatro rodas, a moto seria classificada como automóvel, fazendo com que ela tivesse que passar por testes de segurança e colisão. Provavelmente a máquina da Yamaha não passaria por todo o processo legislativo.

por Redação (Revista Auto Esporte)

domingo, 22 de maio de 2011

Brasil libera entrada de carros importados da Argentina

Países vão discutir problema de licenças na próxima semana

Os governos de Brasil e Argentina resolveram liberar os produtos que se encontram parados nas fronteiras dos dois países por conta de medidas tomadas por ambas as partes para dificultar a importação de bens.

Por enquanto, o Brasil autorizou a entrada de automóveis vindos da Argentina, enquanto que o país vizinho permitirá a importação de baterias, pneus e calçados brasileiros. No entanto, a importação desses produtos ainda está sujeita à concessão não-automática de licença, que poderá levar até 60 dias para ser expedida.

Na última quinta-feira, 19 de maio, o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Alessandro Teixeira, e o secretário da Indústria da Argentina, Eduardo Bianchi, decidiram se reunir na semana que vem para discutirem a suspensão definitiva das licenças não-automáticas.

Na última semana, o governo brasileiro decidiu impor restrições às importações de automóveis, o que acabou atingindo principalmente os argentinos. Hoje, mais da metade do volume de veículos importados pelo Brasil são produzidos na Argentina. 
Embora as autoridades brasileiras não admitam, a medida foi uma retaliação à decisão dos argentinos em barrar produtos fabricados no Brasil.
por Vitor  Matsubara (Quatro Rodas)

Como é feito o mapeamento de ruas para os GPS?

Geógrafos trabalham em dupla e se revezam ao volante. Chegam a percorrer 2 mil km em uma semana

Geógrafos revelam como nascem os mapas dos navegadores

Você certamente já ouviu do seu GPS o famoso “recalculando a rota” quando erra uma entrada. Mas você alguma vez parou para pensar como são feitos esses mapas? Tudo começa com uma coleta de dados na rua, feita por geógrafos. “Nesse trimestre rodamos 2 mil km por semana no Paraná”, diz Vitor Iamonti, da Navteq, empresa de localização digital. Eles se dividem em duplas: um dirige e o outro vai marcando os dados no laptop, usando um tablet.

“Coletamos 260 atributos por segmento de via.” Isso engloba o sentido da rua, velocidade e restrições, além de nome e número. Quando estão mapeando uma região pela primeira vez, partem de um mapa em branco, só com o traçado das ruas. As atualizações (quatro por ano) não são muito diferentes: “Temos que coletar tudo de novo”. Assim, evita-se que os clientes se deparem com ruas que não existem mais. 

O trajeto é feito a 30 km/h, com a dupla passando seis horas por dia no carro e duas horas organizando e conferindo os dados coletados. O veículo traz uma antena que torna a localização extremamente precisa. E, no para-brisa, uma câmera capta todo o percurso para o caso de alguma dúvida.

“Usamos as fotos para checar informações de placas que passam muito rápido, por exemplo”, diz Iamonti. Os geógrafos também relacionam os pontos de interesse: restaurantes, bares, escolas, igrejas, parques e hotéis. “E ainda listamos os pontos turísticos. Por isso, é importante fazer uma pesquisa prévia, além de conversar com os moradores, principalmente em cidades pequenas”, conta Julia Bellacosa, também geógrafa da empresa.

Alguns lugares são mais disputados. “O pessoal quer ir para cidades novas, que não conhece ainda. Centros de cidades grandes e vias com muito movimento, como as Marginais em São Paulo, são menos concorridos. “Não tem onde estacionar e precisamos procurar alternativas de horário. Uma vez fomos a campo às quatro horas da manhã”, explica Julia. Estradas de terra também são complicadas, pois a equipe fica refém do clima.

Por fim, os condomínios pedem atenção. “Temos que pedir autorização antes, e dizer que não é lugar de passagem”, afirma a geógrafa. Favelas geram o mesmo problema.

por Luiz Felipe Orlando (Auto Esporte)
Fotos de Guilber Hidaka