quinta-feira, 29 de março de 2012

Volkswagen comemora 59 anos de produção no Brasil


A Volkswagen do Brasil completou neste mês 59 anos de atividades no Brasil. Ao longo deste período, foram produzidos mais de 19 milhões de veículos, entre carros de passeio e comerciais leves. Até o momento, o volume de veículos exportados ultrapassa 2,8 milhões de unidades para mais de 60 países. A empresa também está entre as líderes de vendas, com mais de 16 milhões de veículos comercializados no mercado nacional.
 
A montadora foi a primeira do setor no Brasil a lançar, em 2003, a tecnologia Total Flex. Também foi uma das pioneiras no desenvolvimento de veículos com baixo nível de consumo de combustível e emissões como o Gol Ecomotion, lançado em 2010, e Polo BlueMotion, em 2009.

Já em sua quinta geração, o Gol, apresentado pela primeira vez em 1980, é o modelo de maior sucesso da marca no Brasil, com quase 7 milhões de unidades produzidas e mais de 5,8 milhões de unidades comercializadas no mercado interno.Entre outros sucessos da montadora estão o Fusca, que teve mais de 3 milhões de unidades produzidas, assim como a Kombi, que atingiu no ano passado o marco de 1,5 milhão de unidades fabricadas no Brasil.

 
Atualmente é uma das maiores empregadoras da indústria automotiva, com um total de 24 mil funcionários em suas quatro fábricas no País. A companhia sempre investiu na educação e qualificação dos colaboradores. É parceira do SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), que já formou cerca de 6 mil jovens desde 1973. Em 2011, investiu cerca de R$ 20,6 milhões em educação corporativa.

 
A montadora conta com 22 modelos e uma ampla rede de concessionárias com mais de 600 pontos em todas as regiões do Brasil. O grupo, com sede em Wolfsburg, possui no total 64 fábricas no mundo em 22 países, sendo 15 na Europa e outras 7 em países das Américas, Ásia e África. No mundo, cerca de 500 mil empregados produzem cerca de 30 mil veículos por dia, que são comercializados em 153 países.
 
por Portal O Mecânico (www.omecanico.com.br)

Sistema de cintos de segurança de hatches compactos é avaliado


C3, Fox e 207 se destacam; Ford Ka decepciona em teste

O sistema de retenção dos cintos de segurança dianteiro e traseiro de 20 veículos da categoria hatch compacto foi testado pela associação independente de defesa do consumidor, PROTESTE.

Em relação ao cinto de segurança frontal, os modelos que se saíram melhor no teste foram o Citroën C3 1.6 GLX 16V Exclusive Automatique, o VW Fox 1.6 Total Flex Prime i-Motion e o Peugeot 207 1.6 16V XS Automatic. Todos contam com airbag frontal de série, item que potencializa a eficiência dos dispositivos de retenção dos cintos, limitadores de carga (previne lesão do uso em condições severas) e pré-tencionadores (reduz a folga do cinto durante o impacto).

O destaque negativo da avaliação dos cintos dianteiros nos modelos fica com o Renault Clio, Chevrolet Celta e o Ford Ka Sport que, além de não terem limitador de carga e pré-tensionador, não apresentaram comprimento suficiente para motoristas obesos.

Já no que diz respeito aos cintos traseiros, destaque para o Chevrolet Corsa 1.4 Flexpower Maxx, o único que vem com cinto de três pontos para o passageiro intermediário. Os outros carros oferecem cinto de dois pontos (abdominal).

Além disso, nenhum veículo conta com airbag traseiro e três modelos (Ford Ka 1.0 Rocam, Ford Fiesta 1.0 Rocam e Fiat Uno Vivace 1.0 Evo Flex) não possuem retrator – dispositivo que regula automaticamente a tira ao corpo do passageiro e bloqueia o cinto em caso de freadas abruptas ou colisões.

Por fim, o pior conjunto de cintos de segurança ficou com o Ford Ka 1.0 Rocam, já que faltam pré-tensionador, airbag e limitador de carga, além de ter tamanho curto, ser incompatível com cadeirinha, possuir sistema de travamento manual e o contar com cinto intermediário de dois pontos. 

por Bruno Roberti (Quatro Rodas)

Fábrica da Chery começa a operar em 2013

Com investimento de U$ 400 mi, produção começa no final de 2013

O aumento dessa porcentagem dependerá da resposta dada pelo mercado brasileiro, mas a intenção é que metade do terreno de 1 milhão m², em Jacareí, seja destinada à instalação de fábricas de autopeças, tanto brasileiras como internacionais. As negociações para trazê-las estão acontecendo, mas, por enquanto, o nome das empresas não é divulgado. Futuramente, a Chery também quer investir em um centro de pesquisa e desenvolvimento no país e na produção de motores.


Editora Globo
As atividades da montadora terão início somente em dezembro de 2013, atualmente, a construção está na fase de terraplanagem. Na primeira etapa, 50 mil unidades/ano sairão da linha de produção – um investimento de US$ 200 milhões. Mas o objetivo é que, em um ano, a fábrica consiga produzir em três turnos, 150 mil veículos/ano. Mais para frente, essas unidades serão exportadas para o Mercosul e o México.

A Chery ainda não decidiu quais modelos serão produzidos aqui. Segundo o diretor comercial da Chery Brasil, Luis Curi, a intenção é que o primeiro modelo escolhido seja apresentado no próximo Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro. Outros modelos continuarão vindo da China. Mas a importadora passará a ser a própria Chery Brasil, e não mais a Venko Motors. Esta será responsável apenas pelas vendas da caminhonete Rely.

Enquanto a fábrica não fica pronta, os executivos estão negociando com o governo brasileiro para que haja uma flexibilidade nas taxas do IPI. “Gostaria de pedir a ajuda de vocês, jornalistas, para convencê-los”, brinca o presidente Zhuo Biren, em entrevista coletiva nesta terça-feira (27). Outros fatores que influenciaram a antecipação da produção no Brasil foram a flutuação do dólar no país e a desvalorização da moeda chinesa perante o dólar (20% desde 2007, segundo Curi).

Ian Oppenheimer
O compacto QQ chegou em abril de 2011 e já vendeu quase 10 mil unidades

A empresa justifica a escolha do local para a nova fábrica por estratégia. Jacareí encontra-se entre os dois maiores pólos comerciais do país (as cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro). Com rede de transporte integrada – graças à via Dutra –, a montadora será a primeira fábrica completa da Chery fora da China. O prefeito Hamilton Mota garante que a cidade está preparada para fornecer mão-de-obra especializada. Um convênio com a UNESP (Universidade Estadual de São Paulo) foi acordado para oferecer aulas de mandarim. De acordo com a Chery, 1.400 mil empregos diretos serão criados.

Quando chegou ao Brasil em 2009, a Chery vendeu 500 unidades. Já em 2010, o crescimento foi de 1.520% (7.600 veículos). E no ano passado, a chinesa alcançou a marca de 22 mil veículos comercializados (+ 290%). São seis modelos disponíveis nas 105 lojas em todo território nacional: o utilitário Tiggo, o sedã Cielo, os compactos Face, o QQ e o novo Face Flex. Em janeiro de 2012, também foi lançado o compacto S18.

Agora, oficialmente estabelecida, a montadora convocou um time vindo diretamente da matriz chinesa para cuidar dos negócios no Brasil. Kong Fan Long é o novo presidente, abaixo dele estão Wu Dejun, novo diretor industrial, e Luis Curi, diretor comercial e CEO da Chery Brasil. 

por Daniela Bernardi (Auto Esporte)

quarta-feira, 28 de março de 2012

Dock Dock: minicarro elétrico 100% brasileiro

Papelão, resina e policarbonato são os principais materiais utilizados no protótipo

Com 1,8 metro de comprimento e autonomia de 100 km, projeto pode começar a ser produzido até o final do ano

Uma das principais tendências do mercado automobilístico atual é o uso de tecnologias híbridas ou até totalmente elétricas para substituir os motores a combustão. E foi justamente com isso em mente que o arquiteto Jaime Lerner desenvolveu o projeto de microcarro elétrico 100% brasileiro. O Dock Dock, como foi apelidado, está em desenvolvimento há mais de quatro anos e já teve cinco protótipos testados.

Apesar de pensar no baixo impacto ao meio-ambiente, o carro elétrico foi inicialmente idealizado para dois ocupantes, mas terminou por se tornar um transporte individual. Pode parecer incoerente – já que mais unidades teriam de ser utilizadas para transportar todos os interessados –, mas os responsáveis pelo projeto acreditam que o tamanho reduzido garante a eficiência na mobilidade urbana.

Lerner levou em consideração o fato de que cerca de 84% dos deslocamentos da cidade de São Paulo acontecer nas ruas (e não por vias como o metrô) para projetar um sistema que funcione de maneira complementar ao transporte público, que deve ser cada vez mais eficiente. Para o arquiteto, “a superfície precisa ser melhorada, até para funcionar melhor o metrô” e ela deve combinar todas as formas de transporte. É aí que entra o Dock Dock.
   Divulgação
Autonomia é de 100 km com 6 horas de carga
Compacto e sustentável

Inspirado no sistema de aluguel de bicicletas aplicado em Paris, o veículo foi projetado para ser uma “bicicleta de quatro rodas com roupa”, como descreve o designer responsável pelo projeto, Emílio Mendonça. O projeto atual mede apenas 0,8 metro de largura, 1,7 metro de altura e 1,8 metro de comprimento. Com essas medidas, é menor inclusive do que o Smart (1,5 m X 1,5 m X 2,6m), o menor automóvel produzido em larga escala atualmente.

A preocupação ecológica não fica restrita à motorização não-poluente, já que a estrutura desenvolvida em papelão e resina dão o toque final à sustentabilidade desse projeto. Para conseguir levar cargas de até 200 kg, foi utilizada uma estrutura conhecida como honeycomb, que é inspirada nas colméias de abelhas, com formato alveolar, o que garante maior resistência e pouco peso.

São poucas as peças não recicladas ou recicláveis do Dock Dock, como o chassi e o motor. Ainda assim, elas podem ser reutilizadas uma vez que sejam descartadas do veículo. Outra parte do projeto que pode ser reciclada é a capota - feita de policarbonato para oferecer a resistência necessária para não quebrar facilmente e ainda possibilitar iluminação natural dentro da cabine.

Desempenho

Por se tratar de um veículo elétrico e urbano, sua velocidade máxima não passa dos 25 km/h e a autonomia é de 100 km com uma carga completa de bateria. Por conta da velocidade que desenvolve e pela falta de segurança frente a veículos maiores, o Dock Dock ficaria restrito a faixas específicas, como as ciclofaixas, como exige o Detran.

Para movê-lo, são utilizadas quatro baterias de 12 volts cada, gerando um total de 48 volts e 2200 watts de potência com corrente contínua. Os idealizadores prevêem que o período noturno seja utilizado para recarregar as baterias, processo que leva cerca de 6 horas nas docas especificamente projetadas para receber o Dock Dock.

Lerner e Mendonça esperam concluir a fase de testes do protótipo dentro de três meses e conseguir uma empresa para fabricá-lo em larga escala até o final do ano. A partir daí, serão necessárias negociações com os governos que tenham interesse em rever a estrutura do transporte público de suas cidades ou estados. O preço inicial de cada unidade gira em torno de US$ 5 mil (cerda de R$ 9 mil), mas esse valor deve diminuir com o início da produção.

Os idealizadores acreditam que os primeiros testes práticos possam ser realizados nas cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 ou na Vila Olímpica das Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016. Aliviar a mobilidade nas regiões centrais de cidades com mais de 500 mil habitantes é o objetivo principal do Dock Dock.

por Guilherme Blanco Muniz (Auto Esporte)

sexta-feira, 23 de março de 2012

Entidades do setor de Autopeças ressaltam a importância da Automec Pesados e Comerciais


A abrangência nacional, a participação de diversos países e os lançamentos de tendências, com presença das maiores empresas do setor, estão entre os destaques da 3ª Automec Pesados & Comerciais – Feira Internacional Especializada em Peças, Equipamentos e Serviços para Veículos Pesados e Comerciais.

Organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, o evento conta com o apoio das entidades de maior reconhecimento do setor: SINDIPEÇAS (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores) e coapoio do SINDIREPA (Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios de SP), do SINCOPEÇAS (Sindicato do Comércio Varejista de Peças e Acessórios para Veículos no Estado de São Paulo), da ANDAP (Associação Nacional dos Distribuidores de Autopeças) e SICAP (Sindicato do Comércio Atacadista Importador, Exportador e Distribuidor de Peças Rolamentos, Acessórios e Componentes Para Indústria e Para Veículos no Estado de São Paulo).

De acordo com o presidente do Sindipeças e da Abipeças, Paulo Butori, “a participação em feiras e outros eventos de abrangência internacional é importantíssima porque nos permite mostrar ao mundo nossa habilidade de desenvolver e de produzir”. Butori destaca também que, em parceria com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), serão trazidos importadores e jornalistas estrangeiros, para fechar negócios e fazer divulgação para potenciais compradores das autopeças produzidas no Brasil.

Antonio Fiola, presidente do Sindirepa-SP, ressalta a importância da Feira como espaço para lançamentos que norteiam as tendências na reparação. “Há grande expectativa para esta 3ª edição que trará as novas tecnologias com a chegada do Euro V no País. O reparador está ávido por informação e também para conhecer as tendências deste importante segmento que está em constante evolução, com reflexos diretos na reparação, o mecânico necessita estar atualizado constantemente”. O Sindirepa-SP aproveita esta Feira, que atrai reparadores de todo o País, para promover o Congresso da Reparação de Veículos que vai para a 7ª edição.

Francisco de La Tôrre, presidente do Sincopeças-SP, ressalta o otimismo do setor. “Em um mercado que está em transformação permanente devido ao expressivo aumento da frota circulante nos últimos anos e o surgimento de novas tecnologias embarcadas, a Automec retrata o cenário dos próximos anos e apresenta as tendências. Acreditamos que esta edição será um sucesso, tendo em vista o número de expositores participantes”.

“O retrato do futuro da reposição” é a avaliação do presidente do Sicap/Andap, Renato Giannini, sobre a Automec de Pesados & Comerciais. “O setor de reposição automotiva está em constante evolução por causa de lançamento de modelos e o aumento da frota circulante, criando sinergia entre as empresas que atuam no mercado. Nesta linha, a Automec permite que o empresário esteja atento às tendências do mercado e acompanhe estas mudanças.

A 3ª Automec Pesados & Comerciais acontece entre 10 e 14 de abril, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, São Paulo. São esperados 30 mil visitantes ligados ao setor, que vão conferir as novidades expostas em 36 mil metros quadrados de Feira.

3ª Feira Internacional Especializada em Peças, Equipamentos e Serviços para Veículos Pesados & ComerciaisData: 10 a 14 de abril de 2012Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi. Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo – SPHorário: Terça a sexta-feira – das 10h às 19h / Sábado – das 9h às 17h
É proibido o ingresso para menores de 16 anos, mesmo que acompanhados de seus responsáveis. 

por Truck Brasil (www.truckbrasil.com.br)

Veículos mais leves e econômicos e menos poluentes são a tendência do mercado automotivo

Na CIC, o presidente da Ford Brasil e Mercosul, Marcos de Oliveira, previu a expansão do setor, apesar dos problemas nacionais de competitividade.

Assim como o futebol, no Brasil o carro é paixão nacional. Impulsionado pelo sonho do veículo próprio, o mercado automotivo brasileiro em 2011 cresceu 3,4%, o que representa 3.633 milhões de veículos vendidos. Apesar do índice positivo, o presidente da Ford Brasil e Mercosul, Marcos de Oliveira, salientou que a indústria sofre uma desaceleração. Ele acredita que o crescimento do segmento nos próximos anos estará atrelado ao do Produto Interno Brasileiro (PIB). Oliveira foi o palestrante da reunião-almoço da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC), do dia 19 de março (segunda-feira). Ele sinalizou que a tendência do mercado mundial é produzir veículos mais leves e econômicos e menos poluentes, criando uma harmonia entre tecnologia e sustentabilidade.

Embora o presidente da Ford Brasil e Mercosul preveja aumento na produção (3.475milhões) e venda de veículos (3.770/3.810milhões), ele ressaltou que o Brasil possui um grande desafio em termos de competitividade global. Não é à toa que o País amarga a 53ª posição neste quesito. Os motivos ficam evidentes quando se compara os custos de produção de veículos entre países. Enquanto na China o custo é 100, por exemplo, na Índia é 105, no México é 120 e no Brasil chega a 160.

Marcos de Oliveira argumenta que é o efeito agregado de diversos elementos que acaba elevando o custo geral do produto, e não apenas um único, como a tributação, por exemplo. Para ele, é preciso que a iniciativa privada e o governo federal somem esforços para encontrar soluções de médio e longo prazo. Oliveira definiu que do ponto de vista do mercado, quatro fatores interferem diretamente na competitividade: novos concorrentes, pressão nos custos, inovação e exigências legais.

Como sobreviver em um mercado tão cobiçado? Para se ter uma ideia da concorrência, de 15 marcas que disputavam o mercado em 2000, hoje somam 43. A Ford encontrou sua receita para perpetuar os negócios. Além de fazer mais com menos e cuidar do fluxo de caixa todos os dias, de acordo com o presidente, a estratégia da empresa automotiva contempla quatro itens: pilares de marca - norteados por Qualidade, Segurança, Sustentabilidade e Criatividade; distribuição; tecnologia; e plataformas globais – desenvolvimento e produção em escala de veículos para redução dos custos.

Oliveira entende que vários aspectos indicam a potencialidade do mercado automotivo brasileiro. Segundo ele, nos últimos anos o preço do automóvel no Brasil cresceu abaixo do índice de inflação. As facilidades de financiamento também merecem destaque porque tornam o bem ainda mais acessível, com prazos mais longos e parcelas mais curtas.

Outro dado apresentado pelo convidado ilustra bem sua opinião. Nos Estados Unidos, por exemplo, a média é de um habitante por veículo, enquanto no Brasil a média nacional é de um veículo a cada seis pessoas. “Tem muito espaço ainda para crescer nesse mercado”, enfatizou.

A reunião-almoço foi alusiva aos dez anos da Revista Acontece. Os diretores da publicação, Paulo e Mirtes Rodrigues, receberam uma placa das mãos do presidente da CIC, Carlos Heinen, numa homenagem da classe empresarial ao aniversário da revista. [www.cic-caxias.com.br].

por Portal Fator Brasil (www.revistafator.com.br)

quinta-feira, 22 de março de 2012

Bridgestone recomenda o rodízio de pneus em veículos pesados


Uma das práticas de manutenção preventiva mais comuns, o rodízio de pneus é recomendado pela Brigdestone em caminhões, visando garantir a durabilidade da borracha e a segurança do motorista. O rodízio consiste na troca de posição entre os pneus para promover um desgaste mais uniforme, o que prolonga a vida útil do jogo. “O rodízio tende a equilibrar o desgaste dos pneus, equalizando seu desempenho em termos de dirigibilidade e frenagem”, declara José Carlos Quadrelli, Gerente Geral da Engenharia de Vendas da Bridgestone.

De acordo com José Carlos, a periodicidade do rodízio deve ser definida em função de fatores operacionais e das práticas de manutenção do usuário. “Quanto mais frequente, maiores serão os benefícios para a vida útil do pneu. Porém, isso gera aumento de custos de manutenção e cada usuário deve determinar a frequência que lhe dê um melhor custo-benefício”, salienta. Ele chama a atenção para os problemas que podem acontecer caso os pneus não passem pela manutenção preventiva: desgaste irregular, redução da vida útil do pneu, aumento do consumo de combustível e, em casos mais acentuados, desgaste dos componentes de suspensão, gerando vibrações no volante e no veículo, comprometendo a dirigibilidade.

“Entretanto, é preciso atenção para algumas situações”, pondera José Carlos. “Veículos de carga utilizam pneus reformados nos eixos traseiros ou de reboque, os quais não podem ser utilizados na dianteira por força de lei. Em outros casos, os pneus do eixo de tração são de desenho específico para esta posição e o rodízio só poderá ser feito mantendo os pneus no mesmo eixo. Outra situação ainda é a de pneus que rodam no eixo direcional e apresentam desgaste irregular e são colocados nas posições de tração ou reboque para corrigir esta situação, buscando postergar sua retirada”, atenta.

O gerente da Bridgestone adverte que o rodízio é apenas um dos procedimentos de manutenção preventiva do pneu, que também incluem a calibração do pneu (sempre atentando para o valor adequado de acordo com a carga transportada), a verificação da condição das rodas e das válvulas de ar e a realização do alinhamento tanto das rodas quanto da direção.

por Portal O Mecânico (www.omecanico.com.br)