sábado, 16 de julho de 2011

Preciso desligar o ar-condicionado antes de desligar o carro?


Engenheiro esclarece dúvida de leitor sobre equipamento

A resposta depende do ano do veículo. Rubens Venosa, engenheiro mecânico e proprietário da oficina Motor Max, explica que, se o carro tiver mais do que 15 anos, é necessário desligar o dispositivo antes do motor. 

“Os automóveis antigos acoplam e desacoplam do motor independentemente se está ligado ou não. É bom deixar desligado para evitar o esforço do motor de partida e aumentar a duração da bateria, além do carro pegar mais fácil", diz o engenheiro.

Já os modelos mais novos com injeção eletrônica têm dispositivos de proteção para o sistema de ar-condicionado. "O equipamento só entra em funcionamento após a luz do alternador estiver acesa, ou seja, com o motor funcionando. Ao dar a partida, mesmo com o botão do ar-condicionado ligado, não há problemas e a partida não será forçada", explica Venosa.
 
Para ar-condicionado digital, também não tem problemas em deixá-lo programado e ligado. "Mesmo com o mostrador já indicando o funcionamento, o sistema só começa a funcionar depois de alguns segundos que o carro está ligado", completa o engenheiro. 
 
por Ana Lúcia Silva (Auto Esporte)

Firestone apresenta linha de pneus Multihawk para veículos de passeio


A fabricante de pneus Firestone, pertencente ao grupo Bridgestone, lançou no Brasil os novos pneus Multihawk voltados para veículos de passeio standard. Disponível em sete medidas, o novo radial vai substituir as linhas F-570 e F-590. 

Segundo a marca, o modelo é capaz de rodar até 20% a mais em relação aos seus principais concorrentes e tem resistência ao rolamento 10% menor. Estas características contribuem para uma economia melhor em manutenção e consumo de combustível.

Na composição a fabricante usou uma borracha mais rígida para a área de contato, a fim de beneficiar a frenagem em pista seca e garantir mais resistência ao desgaste.

O desenho da banda de rodagem melhorou a performance e possibilitou a montagem em qualquer sentido de giro e invertido no aro, para facilitar a manutenção e os rodízios periódicos.

O formato arredondado dos blocos centrais propicia mais eficiência na drenagem de água e um melhor desempenho em pista molhada. o Firestone Multihawk tem garantia de três meses contra impactos, cortes e furos.

Confira os modelos disponíveis:

165/70R13 79T - Fiat Palio, Uno e Mille; Chevrolet Celta, Classic e Prisma; VW Gol; Ford Ka

175/70R13 82T - Fiat Uno, Mille, Palio e Siena; VW Gol; Renault Logan e Sandero; Peugeot 207

175/70R14 84T - Fiat Uno Way; VW Gol e Voyage

175/65R14 82T - Fiat Palio; Chevrolet Corsa e Prisma; Ford Fiesta; Renault Clio

185/70R14 88T - Fiat Uno, Palio e Siena; VW Gol; Renault Logan e Sandero; Peugeot 207

185/70R13 86T - Para modelos fora de linha

185/65R14 86T - Fiat Uno, Palio e Siena. VW Gol; Renault Logan e Sandero; Peugeot 207

por  Portal O Mecânico (www.omecanico.com.br)

domingo, 10 de julho de 2011

Qual o melhor tipo de óleo para o carro?


Mineral, semi-sintético ou sintético? Descubra as diferenças e benefícios de cada óleo

O engenheiro Sérgio Ambrus explica que os grupos de óleos básicos estabelecidos pela Agência Nacional de Petróleo são seis. Cinco deles são referentes a óleos utilizados em motorização de carros. Sendo um grupo de minerais, dois de óleos tratados quimicamente para terem qualidade superior e dois de sintéticos.

O especialista ressalta que os termos “mineralsemi-sintético e sintético” são os mais conhecidos pelos motoristas, mas que não deve ser o principal fator considerado na hora da compra. Ele afirma que as classificações API (American Petroleum Institute) e SAE (Sociedade dos Engenheiros Automotivos dos Estados Unidos) são as mais exatas. O API avalia o nível de desempenho dos óleos lubrificantes, classificados por duas letras, a primeira indica o tipo de combustível do motor e a segunda o tipo de serviço. A SAE classifica os óleos lubrificantes pela sua viscosidade, que é indicada por um número. Essas duas informações deveriam estar no manual do veículo, para que o consumidor saiba qual óleo é exatamente o ideal para seu carro. “Como algumas montadoras possuem marcas próprias de óleo, é comum que ela indique a marca no lugar da classificação”, explica o especialista.

Qual usar?

Para Vinícius Losacco, proprietário da Oficina Losacco, não há o que se questionar quando o assunto é óleo sintético: “não recomendo”, é o que o especialista afirma. Para ele, esse tipo de óleo só deve ser usado em países em que a gasolina é de alta qualidade e em carros de alta performance. “O óleo sintético gera estabilidade. A gasolina de baixa qualidade faz com que surjam substâncias que tiram a efetividade dessa ação estável, diminuindo a lubrificação”, explica. Além disso, Losacco conta que o óleo sintético tem o custo mais alto.

Ainda assim, ele afirma que o dono do carro deve seguir exatamente o que o manual diz. “Ele pode variar entre as marcas, mas jamais escolher um óleo semi-sintético, por exemplo, se o manual diz que o mineral é o melhor”, conta.

Entre o óleo semi-sintético e o mineral, o especialista afirma que os dois são eficientes. O motorista deve usar aquele recomendado pelo manual, sendo que o semi-sintético é um pouco mais caro. 

por Marina Marques (Revista Auto Esporte)

Dicas
Para saber com quantos quilômetros o óleo deve ser trocado, sempre verifique o manual do carro
Se o carro apresentar alguma reação diferente após a troca do tipo de óleo (como ruído no motor) é porque o óleo escolhido não é apropriado para o carro
Nunca complete o óleo, o correto é trocar todo o conteúdo. O óleo antigo irá contaminar o novo
O óleo sintético só funciona em carros de alta performance (como os carros de corrida), ele só trabalha em temperatura muito alta. Sendo assim, em carros comuns, ele não irá render e irá prejudicar o carro
Caso não haja restrição no manual sobre a troca do mineral para o semi-sintético, a troca de todo o filtro de óleo deve ser feita, e essa variação entre os óleos não deve acontecer com frequência

sábado, 9 de julho de 2011

Faturamento do setor de autopeças deve chegar a R$ 90 bilhões em 2011


Registrando crescimento em relação ao ano de 2010, o faturamento da indústria brasileira de autopeças deve chegar a R$ 90 bilhões em 2011, estima o Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças).

“O crescimento da indústria é benéfico em todos os sentidos”, explica José Alquati, consultor especialista em reposição automotiva. A indústria de autopeças também é beneficiada pelo aumento da frota. Só em 2010, circularam pelas estradas brasileiras 32,5 milhões de veículos, 8,4% a mais que no ano de 2009. “Com este aumento, há mais manutenção preventiva e também reparativa”, continua Alquati.

Com este potencial, o segmento tem razões para comemorar – mas precisa buscar, cada vez mais, maneiras de ampliar sua rede de contatos e expandir o mercado. Nesse sentido, participar de uma feira de negócios tem se mostrado como uma das alternativas com melhor custo-benefício. “Feiras como a Autoparts e a Minasparts oportunizam que as empresas tenham contato com um público seleto, aprimorando seus relacionamentos estratégicos”, explica Cássio Dresch, diretor Comercial da Diretriz Feiras e Eventos. “Quem participa de eventos como estes, ainda, tem a possibilidade de antecipar-se às tendências de mercado, direcionando melhor as ações que nortearão o negócio”, complementa.

No caso da Autoparts e da Minasparts, ambas as feiras contam com diferenciais que as consolidam como grande referência no setor. A Autoparts, realizada em Caxias do Sul, tem localização estratégica – em seu entorno, concentra-se mais de 70% do mercado de reposição do Rio Grande do Sul. A Minasparts será o grande lançamento do ano em Minas Gerais, estado cujo potencial de consumo é um dos maiores do país.

por www.feiraautoparts.com.br

Nova linha Ford Ka 2012 ganha design moderno

Seguindo a linguagem Kinetic que identifica os atuais veículos da Ford, a montadora lança em agosto o Novo Ka 2012. A evolução no design está presente por todo o automóvel e identificada por novos componentes agregados. O carro pode ser equipado com os motores RoCam 1.0 e 1.6 flex.

A frente do Novo Ford Ka é marcada pela grade trapezoidal ampla incorporada ao para-choque. Faróis de neblina, repetidores laterais de seta de direção e rodas de liga-leve aro 14 modernizam o modelo. O design externo, agora mais aerodinâmico, e a suspensão modificada proporcionaram um ganho de desempenho e eficiência para os motores.

Na traseira foi implantada, além de um aplique preto com refletores na base do para-choque, lanternas e brake-light com novas lentes translúcidas escurecidas. A tampa do porta-malas ganhou uma nova régua, mais larga e bonita. O Novo Ford Ka 2012 está disponível em cinco cores: vermelho Bari, preto Ebony, azul Noronha, branco Ártico e prata Geada. 

A versão Sport, com motor 1.6, vem com faixas esportivas na cor preto fosco que vão do capô e teto à traseira do veículo. A linha Sport também conta com rodas de 15 polegadas com pneus 195/55 R15. Além das cores do modelo 1.0, a linha oferece a opção laranja Ibiza e prata Geada, ambas com faixas pretas.
No habitáculo o veículo recebeu novo tecido nos bancos e portas, e recorte que valoriza os revestimentos. O painel ficou atraente com grafismo diferenciado dos mostradores, ótima e iluminação e visibilidade. As saídas de ar, a manopla do câmbio e as maçanetas têm acabamento prateado.
Entre os bancos, foi incluído um novo porta-copo. O carro traz também uma chave única para a ignição e para a tampa de combustível. O volante é esportivo na versão sem airbag. O rádio MyConnection também faz parte dos itens de série.
As versões são formadas por onze opções de conteúdo. A linha Fly oferece de série travas e vidros elétricos, além da direção hidráulica como opcional. Já a Pulse conta de série com o kit Class (ar condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas), e opcionalmente rodas de liga leve, som MyConnection e airbags. O Ka Sport é completo. A única opção é o airbag. O Novo Ford Ka2012 tem preço a partir de R$ 24.500.

por Portal O Mecânico (www.omecanico.com.br)

Produção de veículos sobe 4,1% no semestre


A produção nacional de veículos cresceu 4,1% no primeiro semestre de 2011, em comparação ao mesmo período de 2010. No total, foram 1,71 milhão de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus que saíram das fábricas neste ano, contra 643.212 entre janeiro e junho do ano passado. As informações são da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

No entanto, houve queda de 2,8% da produção no mês passado, com 295,6 mil veículos, contra as 304,2 mil no mês de maio. Na comparação com junho de 2010, quando foram fabricadas 284 mil unidades, o mercado teve expansão de 4,1%.

No mês passado, as vendas de veículos no mercado interno atingiram 304,3 mil unidades, uma queda de 4,5% ante maio deste ano e um crescimento de 15,8% em relação a junho de 2010. No acumulado do ano até o mês passado, as vendas de veículos novos somaram 1,74 milhão de unidades, um crescimento de 10% na comparação com os veículos comercializados no primeiro semestre de 2010.

Segmentos

No setor de automóveis e comerciais leves, a indústria brasileira produziu 272.6 mil veículos em junho, uma baixa de 3% em relação a maio, quando 280.9 mil unidades foram feitas. Em relação a junho de 2010, quando foram fabricados 263.9 mil, houve alta de 3,3%. No acumulado, o setor somou um volume 3,6% maior que o registrado entre janeiro e junho de 2010.
 
A produção de caminhões também caiu em junho, com 18.8 mil unidades, número 1% inferior ao apresentado no mês anterior que foi de 19 mil. Porém, houve alta de 17,2% na comparação com junho de 2010, quando foram fabricadas 16.1 mil unidades.
 
por Portal O Mecânico (www.omecanico.com.br)

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Manutenção no sistema de transmissão evita desgaste prematuro


O sistema de transmissão integra componentes que são responsáveis pela locomoção do veículo e por isso precisa estar com a manutenção em ordem e com todo o conjunto bem lubrificado. Com opções de óleos específicos para o sistema, a Radiex recomenda que a troca do componente seja feita a cada 50 mil quilômetros. 

“Isso é importante para manter a vida útil das engrenagens do câmbio, ou diferencial em perfeito estado, evitando o desgaste prematuro das peças", alerta Cleon Matos, do departamento técnico da empresa.

De acordo com ele, outra dica para diminuir o desgaste das peças é não descansar o pé no pedal da embreagem ao conduzir o carro. “Este é um hábito muito comum, mas que pode provocar a queima do disco da embreagem, além de danificar os rolamentos, e o volante do motor.” 

O consultor reforça que não é recomendado pisar no acelerador e embreagem ao mesmo tempo em declives. “Isso pode aumentar o consumo de combustível e desgastar o conjunto de disco e platô da embreagem, diminuindo a vida útil.”

por redação Portal O Mecânico (www.omecanico.com.br)