domingo, 3 de abril de 2011

Como funciona a direção hidráulica


Antigamente os automóveis não eram controlados pelo sistema tradicional de volante como conhecemos hoje, mas por um equipamento precário e inconveniente de direção. Na verdade, a história não registra qual o primeiro carro a  adotar essa roda desajeitada conhecida como direção ou volante.

Sabe-se, porém, que a partir de 1898, ela passou a equipar todos os carros, sem sofrer, praticamente, qualquer evolução significativa em sua forma e em seus princípios de funcionamento. Só no fim da década de 50, quando o volante já era sexagenário, surgiram as primeiras tentativas sérias para substituí-lo por outro sistema mais eficiente.

Hoje já podemos contar com alguns tipos de mecanismos de direção, como a mecânica e a servo assistida, que é constituído por um sistema hidráulico, eletro hidráulico ou elétrico, e que reduziram muito o esforço do motorista em manobras de direção. 

A direção hidráulica deixou de ser um acessório de luxo e hoje se tornou um equipamento necessário e comum, na maioria dos veículos. Ela facilita as manobras mesmo com o veículo parado porque alivia o peso ao girar o volante.

O sistema de direção hidráulica é constituído pelo mecanismo de direção, bomba hidráulica, reservatório de óleo e tubulações de alta e baixa pressão. Em veículos equipados com direção hidráulica, o motorista comanda a parte mecânica do conjunto com facilidade, pois o maior trabalho é feito hidraulicamente, diferente da  direção comum, onde a cremalheira é movida só pela força aplicada ao volante.

Nos últimos cinquenta anos, os sistemas de direção dos carros não mudaram muito, mas na próxima década, certamente, teremos mais avanços nos conjuntos de direção dos carros, que agora começam a receber muitas novidades e aperfeiçoamentos em busca de mais eficiência, economia e conforto.

por Redação (Auto+TV)

Novo Malibu será global

18 de Abril é o dia escolhido pela GM para apresentar o sedan que terá plataforma única no mundo inteiro


A Chevrolet revelou esta semana em sua página do Facebook o primeiro teaser do novo Malibu. A imagem mostra o carro vermelho visto a partir da traseira, com um conjunto ótico formado por duas lanternas quadradas e iluminadas por LED´s. O mais interessante, no entanto é que de acordo com Rick Scheidt, vice-presidente da Chevrolet o novo carro será vendido simultaneamente na América do Norte, América do Sul, Europa, Ásia, África e Austrália pois foi desenvolvido para atender as necessidades de todos os consumidores ao redor do mundo.

O novo Malibu virá equipado com um motor a combustão (provavelmente o Ecotec 2.0 e 2.4 litros associado a um cambio de seis marchas) e também terá versões híbridas e elétricas. Esta será a oitava geração do modelo que foi lançado inicialmente nos EUA em 1964. No Brasil sua participação no mercado ainda é tímida, mas nos EUA mais de 200 mil unidades foram vendidas em 2010.

Um clássico: o Malibu chegou em 1964 como uma das versões do Chevelle, lançado pela GM para concorrer com os modelos europeus que desembarcavam na América. Com diversas opções de motores e acabamentos, era um dos modelos mais versáteis da linha. Em 1970 chegou ao seu auge equipado com motor V8 454 de 7,4 litros de 450cv. Após várias modificações o carro ficou em linha até 1983 e voltou em 2008 como um sedan médio de inspiração esportiva.

por Redação (Auto+TV)

sábado, 2 de abril de 2011

Audi lança bicicletas feitas de madeira



Depois que BMW, Land Rover e McLaren lançaram seus modelos sobre duas rodas, agora é a vez da Audi se juntar ao time das montadoras automotivas a entrar no segmento das bicicletas sofisticadas. A série especial da marca, que leva o nome de Audi Duo, foi desenvolvida em parceria com o estúdio Renome Desing, conhecido por construir bicicletas com estrutura de madeira.

Segundo a Audi, a madeira foi escolhida como material estrutural graças a sua capacidade de absorver choques e vibrações. Além disso, a madeira é ainda mais leve que o alumínio o que torna uma estrutura construída com os dois materiais ainda mais leve que a maioria das bicicletas. 

 
   Divulgação A Audi Duo ainda conta com componentes de alumínio e fibra de carbono, freios a disco e iluminação de led. O acabamento é arrematado com detalhes de madeira, como são os interiores dos carros da Audi

A série de bikes possui três modelos: Duo City, Duo Sport e Duo Road, feitos artesanalmente pelo estúdio Renovo sediado em Portland, nos Estados Unidos. Os modelos deverão sair da fábrica com o custo de US$ 6.530, US$ 7.350 e US$7.460, respectivamente. 

por Redação (Revista Auto Esporte)

Adesivo para pequenos riscos

  
Aplicado sobre a pintura danificada, um adesivo esconde arranhões até o reparo definitivo ser feito

Sabe aqueles incômodos riscos ou raladinhas na pintura, causados por chave, pedrinhas ou vagas apertadas de estacionamento? Pois agora eles podem ser disfarçados por uma espécie de adesivo, que recobre a área afetada até que o conserto definitivo seja feito.

Recém-lançado no mercado, o StickerFix é uma folha de vinil transparente que pode ser pintada na cor do veículo, cortada por meio de um equipamento especial em diversos formatos, com cantos arredondados, e então aplicada na superfície avariada, previamente limpa com água e sabão neutro. Além de esconder o dano, ajuda a reduzir os efeitos de uma possível corrosão. O produto pode ser usado também preventivamente em locais propensos a arranhões, como as extremidades das portas ou mesmo sob o bocal do tanque, do qual pode respingar combustível.

Desenvolvido pela AkzoNobel, multinacional de tintas e revestimentos, o produto será, ao menos pelos próximos seis meses, oferecido exclusivamente pelas concessionárias Chevrolet e para veículos da marca. Depois de aplicado, dependendo do componente afetado e da cor do veículo, fica difícil perceber o ponto que foi camuflado. Conferimos o desempenho do StickerFix em duas ocasiões: em vários modelos Chevrolet quando de seu lançamento na pista de testes de Indaiatuba (SP) e depois, apenas em dois sedãs Malibu, um prata e um preto. Neste último, o remendo do retrovisor danificado ficou praticamente imperceptível.

"É uma maquiagem muito bem feita", afirma João Contreras, gerente da oficina de funilaria e pintura Contrecar, de São Paulo, que nos ajudou no teste, acompanhando a aplicação do produto em diversos pontos dos dois veículos. Sim, como ele mesmo disse, é uma maquiagem, uma solução temporária e passível de ser percebida com um exame bem minucioso. "É uma boa opção para pequenos riscos." De acordo com Contreras, é possível adiar o conserto de um para-choque dianteiro, que sairia por cerca de 400 reais. O adesivo terá preço inicial sugerido de 60 reais.

Ao contrário de determinados produtos oferecidos no mercado, o StickerFix não se apresenta como uma solução definitiva. Em seu material de divulgação, o fabricante diz: "O produto não substitui o serviço de funilaria e pintura tradicionais". No entanto, ele não sai com facilidade, como uma ação de água da chuva, por exemplo. Para retirá-lo é preciso usar um soprador térmico, algo parecido a um secador de cabelos. Segundo o fabricante, a durabilidade prevista é de seis meses.

por Luíz Perez (Revista Quatro Rodas)

segunda-feira, 28 de março de 2011

Fique atento na revisão dos cabos de ignição


Com a manutenção, evita-se o desgaste da peça e não se compromete o desempenho do veículo

A NGK, maior fabricante e especialista em velas e cabos de ignição do mundo, alerta os condutores de veículos sobre a importância de promover uma revisão preventiva para o período de férias dos cabos de ignição, bem como procurar uma assistência confiável, que utilize peças de procedência conhecida. Os cabos de ignição têm como função conduzir a alta tensão produzida pela bobina (transformador) até as velas, sem permitir fuga de corrente.

De acordo com Ricardo Namie, chefe da Assistência Técnica da NGK, a checagem dos cabos deve ser realizada a cada 60 mil quilômetros para carros movidos a álcool e gasolina ou a cada três anos. Para automóveis a GNV (Gás Natural Veicular) as revisões têm de ser a cada 30 mil quilômetros. No entanto, é imprescindível consultar o Manual do Proprietário, pois nele estão contidas informações e peculiaridades de cada modelo.

“Na hora da troca, o proprietário do veículo deve ficar atento, procurar um estabelecimento de confiança, exigir a nota fiscal e evitar a compra de peças abaixo do preço praticado pelo mercado. Essas são atitudes que auxiliam o consumidor a não cair em armadilha”, recomenda Namie.

Os cabos de ignição são projetados para resistir às altas temperaturas, voltagens, ao ataque de combustível, solventes, etc. Sendo assim, caso a revisão não tenha sido feita corretamente ou não tenha sido realizada, o carro apresenta sinais claros de que as peças estão desgastadas e necessitam de manutenção. Os sintomas mais claros de que os cabos apresentam problemas são a perda de potência e falha do motor e aumento no consumo de combustível. As peças com problemas ou de procedência duvidosa também aumentam as emissões de gases poluentes no ar.

por Mecânica Online (www.mecanicaonline.com.br)

domingo, 27 de março de 2011

Inspeção veicular é destaque da Bosch na Automec 2011

A Bosch, fornece tecnologia e serviços, apresentará durante a 10º edição da Automec - que ocorrerá de 12 a 16 de abril, no pavilhão de exposições do Anhembi, em São Paulo - o seu amplo portfólio de soluções em peças, serviços e diagnóstico para o mercado de reposição.

Um dos destaques que a Bosch preparou para a feira é a pocket palestra sobre o programa de inspeção veicular, na qual os participantes terão a oportunidade de esclarecer dúvidas, receber orientações e dicas de como realizar a inspeção corretamente. Além disso, os visitantes também poderão conferir toda a linha de equipamentos de testes que a empresa dispõe para este fim, como o Analisador de Gases BEA 734, que é destinado para testes de emissões dos gases de exaustão dos veículos a álcool, gasolina, GNV e Diesel e a linha de scanners KTS.

Entre as novidades está a linha de inspeção, que possibilita testes do sistema de suspensão e freios, e o equipamento de análise de emissões BEA 080 - uma tendência mundial e que estará disponível no mercado nacional nos próximos anos.

Também serão apresentados os conceitos para oficinas, como a Rede Bosch Service e a Original Auto Center. Assim como o programa InterAção - voltado às lojas de autopeças e oficinas mecânicas independentes - e os treinamentos disponíveis para a cadeia de distribuição automotiva. Destaque para os cursos via internet do Super Profissionais Bosch e sua continuidade por meio dos treinamentos presenciais realizados no Centro de Treinamento Técnico Automotivo da Bosch, em Campinas/SP.

por Revista Mercado Automotivo (www.photon.com.br)

sábado, 26 de março de 2011

Ciclo de Substituição de Filtros Automotivos

O mercado de reposição de filtros automotivos no Brasil é altamente atrativo e deverá gerar em 2011 uma demanda de 102 milhões de unidades dos vários tipos e aplicações (não incluindo filtros aplicados em mo-tos e ciclo).

Por essa atratividade de volume (média de 2,5 filtros trocados por veículo em cada ano) é que neste mer-cado são encontradas quase 20 marcas de produtores brasileiros e outros importados.

Atualmente as marcas de maior presença na reposição são Tecfil, Mann e Fram, que concentram entre si aproximadamente 60% de todo share de mercado, cada uma delas com domínio de atuação maior em um segmento específico de aplicação: postos de combustíveis, frotistas da linha comercial pesada, postos de troca de óleo e lojas de autopeças. Estas marcas, por via de regra, são o alvo de todas as demais, que cres-cem a cada dia, não apenas como resultado de suas agressivas estratégias de penetração, mas também pelo próprio e natural crescimento vegetativo deste mercado, que acompanha a evolução da frota de veículos em circulação.


Pesquisa efetivada com técnicos e engenheiros de fabricantes de filtros aponta que a vida média dos filtros, por modelo de aplicação, obedece ao seguinte ciclo:

Com base no estudo deste ciclo foi possível dimensionar o tamanho do mercado de reposição, informação considerada de relevante importância para empresas (fabricantes e distribuidores) interessadas em dinamizar negócios na linha. O quadro abaixo apresenta o resultado deste trabalho, desenvolvido pelo Instituto de Pesquisas Photon-Marknet, tornado público em aspectos parciais:

O Instituto de Pesquisa Photon-Marknet complementou esse estudo identificando, com base em índices técnicos do geomarketing automotivo, a demanda de filtros por Estado e para 150 regiões geográficas do Brasil.

Este trabalho de pesquisa abrange 90% da frota circul¬ante, com aplicações por tipo de filtro (ar, ar da cabine, óleo, combustível), por tipo de veículo.

O estudo apresenta a demanda por código de filtro (aproximadamente 500 itens com cross-reference para 3 códigos de marcas atuantes na reposição mais o código original) para os anos de 2011, 2012 e 2013. 

por Sérgio Duque (Revista Mercado Automotivo)